Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Agro
Brasil

Mapa institui programa nacional de prevenção e controle da vassoura-de-bruxa da mandioca

O programa visa ao fortalecimento da cadeia produtiva da mandioca
22 mar 2025 às 13:37
Por: Mapa
Foto: Mapa

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), publicou, no Diário Oficial da União (Dou) desta quinta-feira (20), a Portaria nº 1.257, que institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle da Vassoura-de-Bruxa da Mandioca (PVBM). Causada pelo fungo Ceratobasidium theobromae (Rhizoctonia theobromae), a doença está relacionada na lista oficial de pragas quarentenárias presentes para o Brasil. 


Atualmente a praga ocorre em seis municípios da região norte do estado do Amapá. Em janeiro, o Mapa já havia declarado estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de disseminação para outras áreas produtivas. 


Com a publicação, o Mapa busca fortalecer a cadeia produtiva da mandioca, estabelecendo os critérios e procedimentos para a prevenção e o controle da praga. As ações serão realizadas junto aos órgãos Estaduais ou Distrital de Defesa Sanitária Vegetal para cumprimento do PVBM.   


Ainda segundo a norma, fica proibido o trânsito de plantas e partes de plantas de espécies hospedeiras da praga oriundas de municípios com ocorrência da doença.   


O Mapa ressalta ainda que a “vassoura-de-bruxa” da mandioca não tem qualquer relação com a vassoura de bruxa do cacaueiro. O fungo também não representa qualquer risco à saúde humana, apesar de ser altamente destrutivo para as lavouras de mandioca.  

Outras notícias

Portos do Paraná ampliam em 14,3% carga movimentada em maio

Tribunal de apelações dos EUA autoriza Trump a manter tarifa global de 10%

Carne de laboratório: conheça a técnica desenvolvida pela Embrapa


RHIZOCTONIA THEOBROMAE (CERATOBASIDIUM THEOBROMAE) 

A doença, que é conhecida na literatura como vassoura-de-bruxa da mandioca, foi detectada pela Embrapa Amapá nos plantios de mandioca das terras indígenas de Oiapoque, em 2024. 


Os sintomas da doença caracterizam-se por ramos secos e deformados, nanismo e proliferação de brotos fracos e finos nos caules. Com a evolução da doença, é comum a ocorrência de clorose, murcha e seca das folhas, morte apical e morte descendente das plantas.   


Já a dispersão pode ocorrer por meio de material vegetal infectado, ferramentas de poda, além de possível movimentação de solo e água. A movimentação de plantas e produtos agrícolas entre regiões também pode facilitar a dispersão do patógeno, aumentando o risco de infecção em novas áreas. 

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Agro
Imagem de destaque

Cultivo da banana Pacovan impulsiona a agricultura em Roraima

Agro
Imagem de destaque

Com consumo recorde, mercado de ovos foca em ciclos de postura

Agro

Cultivo da banana Pacovan impulsiona a agricultura em Roraima

Agro

Preço do café cai mais de 4% nos supermercados após alta recorde

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Radar de 60 km/h começa a fiscalizar ponto crítico da BR-369

Cidade
Londrina e região

Moradores protestam contra prédio de 18 andares em Londrina

Cidade
Londrina e região

Acúmulo de lixo no Centro preocupa o comércio de Londrina

Cidade
Londrina e região

Copa do Mundo altera horário de shoppings e mercados em Londrina

Cidade
Londrina e região

Carros invadem calçada em cruzamento da zona leste de Londrina

Podcasts

PodFala com a Tai | EP 17 | 17 anos de história, sucessos e pioneirismo no agro

Tá no Pod | EP 4 | Gestão Ratinho Junior | Ratinho Junior, Sandro Alex, Alexandre Curi

Governador, pré candidato ao Governo e presidente da Assembleia participam ao vivo da programação da Tarobá

Curiosidades com Ana Andrade | EP 3 | Busca por Validação e Amor Próprio | Michele Piccoli

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.