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ONU vai capacitar 600 agricultores familiares em Rondônia até 2027

Projeto internacional foca na inclusão produtiva de mulheres e jovens nas cadeias de cacau e café para gerar renda e sustentabilidade no Norte
29 abr 2026 às 18:34
Por: Agroband

Cerca de 600 agricultores familiares de Rondônia serão treinados até 2027 por meio de um projeto liderado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para fortalecer as cadeias produtivas locais. A iniciativa busca promover a inclusão de mulheres e jovens no campo, garantindo a sucessão familiar e a preservação ambiental em culturas estratégicas como o café e o cacau.


O programa surge como uma resposta à necessidade de modernização técnica e gestão eficiente em pequenas propriedades rurais.

Além da capacitação, as ações coordenadas pela ONU visam conectar esses produtores a mercados que valorizam práticas sustentáveis, elevando o padrão de competitividade da produção rondoniense.

Foco em mulheres, jovens e sustentabilidade

A escolha por priorizar mulheres e jovens não é por acaso. Segundo as diretrizes do projeto, esse público é fundamental para a manutenção da economia rural e para a aplicação de novas tecnologias no campo. O treinamento abrange desde técnicas de cultivo até a gestão financeira das propriedades.


As cadeias de cacau e café foram selecionadas devido à sua relevância histórica e econômica na região Norte. Com a assistência técnica, espera-se que os agricultores consigam aumentar a produtividade sem a necessidade de expansão de áreas desmatadas, cumprindo critérios rigorosos de sustentabilidade exigidos por compradores internacionais.

Avanços no agronegócio nacional

Enquanto Rondônia foca na capacitação, outras regiões do país também registram movimentos importantes no setor de hortifrúti. No Ceará, a safra da variedade de abacate Betânia está em ritmo acelerado na Serra da Ibiapaba.

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Valorização da banana paulista

No Sudeste, o Vale do Ribeira, em São Paulo, obteve uma conquista histórica: o selo de Indicação Geográfica (IG) para as bananas das variedades nanica e prata. A certificação é um reconhecimento à qualidade e tradição da região.


O Vale do Ribeira detém 70% da área de produção de bananas de todo o estado. Com o selo de IG, o produto ganha um diferencial competitivo no mercado, assegurando ao consumidor a origem e os métodos de produção rigorosos utilizados pelos bananicultores paulistas.

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