Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Brasil e mundo
Brasil

Medicamentos terão reajuste de até 4,6% em abril no país

Alta autorizada pelo governo deve pesar no orçamento de pacientes que dependem de tratamento contínuo
24 mar 2026 às 16:37
Por: Band
Foto: Band

Os preços de medicamentos em todo o Brasil vão subir até 4,6% a partir de abril, após autorização do governo federal para o reajuste anual do setor farmacêutico.


O índice representa o teto de aumento que laboratórios e redes de farmácia podem aplicar sobre a tabela oficial e deve pesar principalmente no bolso de quem depende de tratamento de uso contínuo.


Na prática, o percentual não é automático: cada fabricante e cada estabelecimento decide se repassa o valor integral ou parcial, mas a expectativa do mercado é de que a maior parte dos itens sofra algum acréscimo já nas primeiras semanas do mês.

Outras notícias

Trump quer presidente da Fifa como chefe da ONU em 2026

Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos do Brasil entra em vigor

Carro capota e continua rodando por 100 metros durante acidente


O impacto tende a ser maior para idosos, pessoas com doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, e famílias que precisam comprar vários produtos todos os meses, muitas vezes já comprometendo boa parte da renda com gastos de saúde.


Reajuste regulado pela CMED

No Brasil, o governo controla o preço máximo de venda de milhares de apresentações farmacêuticas por meio da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), ligada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Todos os anos, o órgão define um percentual de reajuste que considera a inflação oficial acumulada e fatores de custo do setor, como variação de insumos e concorrência entre empresas.


Esse limite vale para remédios de referência, similares e genéricos. A regra busca impedir aumentos acima da inflação e dar previsibilidade às despesas de famílias, planos de saúde e hospitais.


Orientação ao consumidor

Diante da alta autorizada, especialistas em finanças pessoais e órgãos de defesa do consumidor orientam as pessoas a pesquisar preços em diferentes farmácias e avaliar a troca de marcas por opções genéricas, que costumam ser mais baratas e têm a mesma composição do produto de referência.


A recomendação é que pacientes que usam remédios contínuos conversem com o médico antes de qualquer substituição e, se possível, antecipem parte das compras ainda em março, quando os estoques antigos permanecem com o valor anterior.


Quem identificar reajustes acima de 4,6% ou suspeitar de preços abusivos pode acionar os Procons estaduais e municipais ou registrar reclamação junto à Anvisa, informando o nome do produto, o laboratório, o preço cobrado e o local da compra.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Brasil e mundo
Imagem de destaque

Ataque a posto policial deixa três mortos no Paraguai

Brasil e mundo
Imagem de destaque

Mega-Sena não tem ganhador; prêmio sobe para R$ 62 milhões

Brasil e mundo

França proíbe uso de redes sociais para menores de 15 anos

Brasil e mundo

Síndico sobre PM suspeito de feminicídio: 'Ouvia Michele pedir pra parar'

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Funcionários de shopping de Londrina são retirados após furto

Cidade
Londrina e região

Motorista causa sequência de batidas no Centro de Londrina

Cidade
Cascavel e região

Jovem fica em estado grave após ser espancado em Cascavel

Cidade
Londrina e região

Morte em clínica de reabilitação de Londrina será investigada pela polícia

Cidade
Londrina e região

Sistema que provocou caos no Chile muda o tempo em Londrina

Podcasts

PodFala com Tai | EP 19 | Dan e Juca - A Arte de Construir uma Carreira

Conversa com Nassif| EP 17 |Nelson Barizon e Dayane Lucas - A Evolução do RH com a Admita

Arte do Sabor Podcast | EP 2 | The Carbohydrate Myth in Nutrition | Rafaela Gouveia

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.