Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Brasil
Brasil

MP investigará PMs que entraram em escola após atividade sobre orixás

Elementos apontam que diligência foi injustificada, afirma promotoria
31 jul 2026 às 22:28
Por: Agência Brasil
Emei Antônio Bento/Divulgação

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) instaurou um inquérito civil sobre o episódio em que 12 policiais militares entraram armados em uma escola municipal, no dia 11 de novembro de 2025, após a denúncia de um pai de aluna de 4 anos sobre uma atividade pedagógica envolvendo a orixá Iansã.


A promotoria vai apurar problemas de discriminação racial, ação policial violenta e na institucionalização de educação para relações étnico-raciais na EMEI Antônio Bento, na Zona Oeste da capital paulista.  


O pai, que também é policial militar, foi indiciado por intolerância religiosa pela Polícia Civil do Estado de São Paulo.


Segundo o MP-SP, a investigação teve como base depoimentos, documentos e a análise das imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos. Para o Ministério Público, os elementos reunidos até o momento não apontam a existência de crime que justificasse a atuação policial na escola, tornando a diligência "injustificada". 


No documento, o MP-SP cita que a Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP-SP) concluiu, em investigação preliminar, que os policiais agiram em conformidade e que não havia necessidade de instaurar Inquérito Policial Militar ou Sindicância.  

Outras notícias

Prouni 2026: Pré-selecionado deve comprovar informação até sexta-feira

Policial Civil apreende carro de luxo de Deolane Bezerra em SP

Idoso de 71 anos é espancado por homem após suposto arranhão em carro


O MP-SP também destaca que a Secretaria Municipal de Educação (SME) justificou que a atividade pedagógica questionada pelo pai da aluna estava “integralmente alinhada ao Currículo da Cidade-Educação Infantil, às Orientações Pedagógicas de Educação Antirracista e às Leis Federais 10.639/2003 e 11.645/2008”. 


A partir desses elementos o promotor de Justiça, Bruno Orsino Simonetti, decidiu que aprofundará a investigação para verificar uma possível violação ao direito à educação e ao livre exercício da atividade pedagógica, considerando a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura afro-brasileira e indígena prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). 

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Brasil
Imagem de destaque

Homem ateia fogo na própria casa, chama a polícia e espera prisão

Brasil
Imagem de destaque

Uso de IA em fotos de aves preocupa pesquisadores no Brasil

Brasil e mundo

Estudantes de todo o país participam da Jornada de Foguetes 2026

Brasil

Tratamento para vício em apostas cresce 140% no SUS

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Jovem de 19 anos é encontrada morta dentro de apartamento

Cidade
Londrina e região

Homem mantém idosos reféns em apartamento na zona sul de Londrina

Cidade
Londrina e região

Cárcere privado termina com morte após 12 horas em Londrina

Cidade
Londrina e região

ATUALIZAÇÃO: Homem faz idosos reféns há mais de 12 horas na zona sul

Cidade
Londrina e região

Loja de veículos elétricos pega fogo pela 2ª vez em Londrina

Podcasts

Falando de Gestão | EP 65 | O poder do neurofeedback | Michele Marcondes e Juliana Lyra

Sem Cerimônia | EP 11 | Medicina e Espiritualidade | Dan Nakamura

PodGuest | EP 28 | Espiritualidade e Autoconhecimento | Marcia Bernardes