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Conta de luz mais cara exige mudança de hábitos e consumo

Bandeira amarela e reajuste da Copel fazem famílias e empresas buscarem saídas para economizar
07 ago 2026 às 20:23
Por: Portal Tarobá

Com o peso da bandeira tarifária amarela e o reajuste anual autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a Copel, acender as luzes ou ligar o ar-condicionado tem pesada no orçamento das famílias e das empresas paranaenses. Diante da alta de custos, economizar deixou de ser apenas uma opção e virou necessidade.


Especialistas apontam que três itens concentram até 70% do consumo residencial de energia: o chuveiro elétrico (25%), geladeiras e freezers (25%) e o ar-condicionado (20%). Pequenas mudanças no dia a dia, como reduzir o tempo de banho para cinco minutos, conferir a vedação da borracha da geladeira e manter o ar-condicionado em 23°C, ajudam a evitar surpresas no fim do mês.


Investimento em energia fotovoltaica

Para instituições e estabelecimentos comerciais com demanda maior, a saída tem sido o investimento em geração própria ou novas formas de contratação. A Catedral de Londrina, por exemplo, iniciou a instalação de painéis solares fotovoltaicos no prédio para reduzir a fatura e redirecionar recursos para ações comunitárias.


Além de gerar economia direta, os sistemas solares continuam produzindo energia mesmo em dias nublados e permitem a compensação na fatura ou o repasse de créditos para outras unidades consumidoras.


Mercado livre alivia custos na indústria e no comércio

Outra alternativa adotada no setor produtivo é a migração para o Mercado Livre de Energia, opção que permite negociar diretamente com geradoras de fontes renováveis.

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Em uma confeitaria de Londrina, onde toda a produção depende de fornos, vitrines e refrigeração, a mudança evitou o repasse da alta dos custos aos clientes. 


No modelo, a distribuição física continua sob responsabilidade da Copel, mas o fornecimento da energia é contratado junto a usinas solares parceiras com tarifas mais competitivas.

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