Um ex-segurança de Londrina transformou um problema dos salões de cabeleireiro em um negócio de sucesso. Após ouvir de um profissional que o material utilizado para fazer mechas nos cabelos das clientes era o papel alumínio e que isso na verdade era contra indicado pelo próprio pó descolorante, ele enxergou uma oportunidade de negócio.
Ao
perceber a falha no mercados, Lucas Olivetti decidiu desenvolver um material
para uso profissional, que não fosse prejudicial para os cabelos e ainda
ajudava o meio ambiente. “Meu padrasto tinha uma gráfica em Londrina e a gente
começou então procurar um produto que poderia substituir o alumínio nos salões
de beleza. Foi quando a gente conseguiu desenvolver um plástico com um
tratamento exclusivo e que se tronou compatível com a química e que potencializou
o resultado”, explicou o empresário.
A invenção
já está disponível me 14 países e evitou que mais de três mil toneladas de alumínio
fossem parar na natureza.
O papel possui as tecnologias
Air Flow aliada a Grip System, que desempenham um papel primordial para
aprimorar o processo de descoloração capilar.
Cabelereira
há 20 anos, Andressa Marangão conta que já testou vários métodos de coloração,
até conhecer o papel para mechas desenvolvido por Lucas. “Gostei muito do papel.
Além dele ser sustentável, por ser reciclável, ele ajuda na descoloração. O alumínio
acaba esquentando muito, já o papel tem um clareamento mais lento e não danifica”,
disse a profissional.
O papel possui as tecnologias
Air Flow aliada a Grip System, que desempenham um papel primordial para
aprimorar o processo de descoloração capilar. “A gente conseguiu
desenvolver uma cola vegetal através do amido da mandioca. Essa cola é 100%
vegetal e faz com que os produtos se agrupem. A gente conseguiu fazer um
produto livre de metal. E a tinta que a gente utiliza é uma tinta 100% atóxica”,
completou Lucas Olivetti.