Na semana passada, o Grupo Tarobá de Comunicação produziu uma reportagem sobre a coleta seletiva em Cascavel.
Desde então, vários internautas e telespectadores entraram em contato pontuando algumas dificuldades em relação a coleta, como o "sequestro" dos sacos de ráfia por coletores que não fazem parte das cooperativas, a demora para a passagem do caminhão, a disponibilidade das equipes pela empresa e qual a ideia do município para o futuro da coleta.
Questionamos a Secretaria de Meio Ambiente, que disse estar sim ciente desses problemas, que são antigos. Sobre a polemica com os sacos de ráfia, segundo o Secretário, Nei Haveroth, esse é um problema de diversas cidades, e que há uma relação com a pandemia e a questão econômica dos catadores, que necessitam cada vez mais dos valores econômicos desses produtos. O foco ambiental até acaba sendo atendido, no entanto, há uma politica pública que traz um custo para a população, e por isso esse "sequestro" dos sacos de ráfia acaba sendo prejudicial, já que a destinação deles deve ser as cooperativas. O pedido é que seja feito o trabalho dos catadores em paralelo a isso, deixando o saco de ráfia para a coleta seletiva.
Caso seu saco de ráfia tenha sido levado, é necessário entrar em contato com a Secretaria, para que haja a reposição deste saco pelo próprio caminhão, que irá passar e entregar em sua residência.
Sobre a demora na passagem dos caminhões, segundo o Secretário há um cronograma, onde o caminhão precisa cumprir a sua rota, e existe um rastreamento para que isso seja realizado de forma correta. É importante que os recipientes sejam colocados nas datas corretas de passagem dos caminhões, que estão dispostas no portal do município de Cascavel.
Veja mais detalhes na reportagem de Fernanda Toigo, exibida no Jornal Tarobá 1ª Edição