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"Nunca vi relatos tão graves", diz servidor em oitiva da CPI do caso "Professor Monstro"

João Carlos dos Santos, servidor da Divisão de Transparência e Ética da Controladoria-Geral do Município explicou como era definida a ordem dos processos administrativos
15 ago 2025 às 20:25
Por: Portal Tarobá

Na manhã desta terça-feira (15), a Comissão de Investigação da Câmara de Cascavel realizou mais uma oitiva sobre o caso do agente de apoio acusado de conduta inapropriada em um CMEI da cidade. Quatro servidores foram ouvidos durante a reunião, que durou aproximadamente 2h30.


O primeiro a depor foi João Carlos dos Santos, servidor da Divisão de Transparência e Ética da Controladoria-Geral do Município. Ele atuou entre 2008 e 2018 no setor de Gestão Processual e explicou como era definida a ordem de prioridade dos processos administrativos.


Ele afirmou que só teve contato direto com o servidor quando este foi condenado, já que o mesmo entrou com um recurso sem que houvesse a demissão. João ainda destacou que "em todo o tempo de prefeitura, nunca vi relatos tão graves".


João dos Santos trabalhou até 2018 no setor responsável pelos processos administrativos, sindicâncias e investigações preliminares sumárias. O servidor explicou que, durante seu tempo neste trabalho, os processos que envolviam crianças, crimes ou que geravam forte comoção social eram tratados como prioridade. “O que me chama a atenção é que, em todo meu tempo na prefeitura, nunca vi relatos tão graves quanto estes”, relembrou.


Segundo ele, a legislação municipal permite tanto o afastamento cautelar do acusado de suas funções durante o processo quanto a transferência de setor. O técnico também explicou que o processo administrativo possui etapas muito claras, sendo a primeira delas a convocação do acusado para interrogatório.

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As professoras Noeli, Suzana e Sara, que estiveram em sala de aula com o agente de apoio condenado, alegaram desconhecer a acusação que havia contra ele e nunca presenciaram nenhuma conduta estranha.

De acordo com os dados dos processos, o abuso aconteceu em 2019, e o acusado só foi demitido no final de 2024, quando foi condenado a 30 anos de prisão por estupro de vulnerável.


A CPI é composta pelos vereadores Everton Guimarães (presidente), Hudson Moreschi (relator), Contador Mazutti (secretário), Valdecir Alcantara e Dr. Lauri (membros).

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