É o sinal de alerta. A pulseira avisa quando o agressor se aproxima da vítima. O equipamento foi desenvolvido por um grupo de amigos. A ideia é do Edson, que conviveu com a violência doméstica na infância.
O dispositivo funciona em pares. Uma pulseira fica com a vítima e a outra com o agressor. É possível determinar a distância que deve ser respeitada. Quando acionado o alarme, a vítima consegue monitorar a localização do agressor pelo aplicativo. Se em algum momento o agressor tirar a pulseira o sinal também é acionado.
O grande benefício da pulseira é o tempo. Quando ela é acionada a vítima consegue fugir e pedir ajuda.
Em 2023, foram registrados 189.862 casos de violência contra a mulher no Paraná. (Fonte: SESP PR)
Em Cascavel, só neste ano, mais de mil medidas protetivas foram expedidas. Porém, nem sempre o agressor a respeita.
A ideia é que as pulseiras sejam um aliado às medidas protetivas. O projeto foi apresentado ao governo do Paraná.