A Prefeitura de Londrina pretende assinar, ainda este ano, um protocolo de intenções com o Instituto Butantan para a compra de vacinas contra a Covid-19.
O objetivo é garantir a imunização na cidade, caso a eficácia do imunizante seja comprovada, e o Ministério da Saúde demore a enviar as doses através do Plano Nacional de Vacinação.
“A vinda das doses pelo Ministério da Saúde é o que a gente espera que aconteça. No entanto temos observado alguns entraves nesse processo, burocracias que têm procrastinado a chegada da vacina”, afirmou o secretário de Saúde Felipe Machado.
Finalizada a negociação com o Instituto, o prefeito Marcelo Belinati deve ir a São Paulo para assinar o protocolo. “A gente está otimista e inclusive e talvez consiga fazer isso amanhã”, antecipou.
A vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, deverá ser distribuída em duas doses para cada habitante.
“A gente teve acesso à informação de que cada dose da vacina está sendo comercializada – ou vai ser depois de aprovada – por 10,53 dólares”, estimou Machado.
Caso a compra seja concretizada, o valor total a ser desembolsado pelo Município ainda será definido, já que depende da quantidade de imunizantes adquiridos e da volatilidade da cotação do dólar.