Josué é deficiente visual e com a ajuda da bengala, caminha para todos os cantos, conforme possível. Ele faz parte da CPA - Comissão Permanente de Acessibilidade que tem uma grande preocupação com as obras que prometem mobilidade. Uma dessas obras, é a calçada em frente ao Paço Municipal.
E as limitações são sentidas não apenas por deficientes visuais. Setembrino, teve um AVC que prejudicou a coluna. Há nove meses, ele caminha com muita dificuldade e diz que faltam rampas pela cidade.
A Comissão Permanente de Acessibilidade também reivindica a implantação de uma faixa elevada no trecho que faz a ligação entre a rodoviária e o terminal Oeste da cidade. Mas de acordo com os membros, até o momento, a reposta do executivo não foi positiva.
A comissão protocolou um pedido junto ao ministério público, para expor todas as necessidades.
A inclusão de cada tipo de deficiente na sociedade, inclui o uso de artifícios específicos para permitir a locomoção sem nenhum tipo de problema. E é apenas isso, que essas pessoas pedem, a autonomia de poder ir e vir.
Acompanhe a reportagem de Amanda Guedes.