Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Cascavel
Londrina
Economia

Alojamento e alimentação perderam mais empregos

07 jul 2020 às 12:10
Por: Estadão Conteúdo

O emprego no segmento de alojamento e alimentação foi o mais afetado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O total de trabalhadores atuando no ramo de alimentação e alojamento caiu 8,39% em maio de 2020 em relação ao mesmo mês de 2019. O número de empregos já tinha recuado expressivamente no setor em março (-9,66%) e abril (-15,25%).

"A questão do isolamento social certamente afeta muito, porque esse setor tem essa particularidade da necessidade do contato presencial, especialmente o de alojamento. No caso de alimentação você ainda consegue prestar esse serviço por delivery", justificou Carlos Henrique Corseuil, técnico de Pesquisa e Planejamento da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.

Os dados têm como base um extrato da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo IBGE. A Pnad Contínua divulga mensalmente informações do mercado de trabalho referentes a trimestres móveis, mas os pesquisadores do Ipea desenvolveram uma metodologia para tratar as informações e obter os resultados de cada mês.

Além da Pnad Contínua, a análise incluiu dados de admissões e desligamentos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), pedidos do seguro-desemprego e informações de abertura de empresas disponíveis para o Estado de São Paulo.

Segundo o Ipea, o conjunto de medidas para conter a disseminação da pandemia teve forte impacto sobre o emprego especialmente em abril. No emprego formal, a queda no número de trabalhadores ocupados nos meses de pandemia tem sido mais explicada pela forte retração nas admissões do que pelo aumento dos desligamentos.

Outras notícias

Governo destina R$ 6,49 bilhões a setor de exportação

Dólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no Brasil

Economia cresce 0,5% em agosto após dois meses de recuo

A segunda maior perda de empregos foi na construção, uma redução de 9,67% no pessoal ocupado em março, seguida por recuo de 14,83% em abril, porém com recuperação de 9,46% em maio, sempre em comparação ao mesmo mês do ano anterior.

A perda relativa no comércio foi menor em março (-2,84%), abril (-8,49%) e maio (-5,71%), mas a redução final em termos quantitativos é significativamente maior, por ser um setor bastante empregador. O emprego formal se mostrou mais resiliente, principalmente pela eficácia da Medida Provisória 936, que autorizou a redução de jornada e salário para os trabalhadores, explicou Corseuil. "O alcance é impressionante."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Economia
Imagem de destaque

Justiça decreta fim da recuperação judicial da Americanas

Economia
Imagem de destaque

Governo prevê remanejar R$ 20 bilhões no Orçamento de 2027

Cotidiano

Semana começa com 312 oportunidades de emprego em Londrina

Economia

Economia brasileira cresce 0,34% em agosto, mas perde força

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Professora fica ferida após discussão com mãe de aluno em Londrina

Cidade
Londrina e região

Nova unidade do Muffato automatiza compras com inteligência artificial

Cidade
Londrina e região

Homem vai para UTI após suspeita de erro em transfusão em Londrina

Cidade
Londrina e região

Alunos denunciam câmera em banheiro de colégio em Cambé

Cidade
Londrina e região

Câmera flagra capotamento e fuga de motorista em Londrina

Podcasts

Podcast Andorinha I EP 1 I Andorinha: Tradição que inova I Susan Cavallin

Podcast Feirauto | EP 2 | Expectativas para a Feirauto | 13/10

Podcast Feirauto | EP 1 | Feirauto em Destaque | 09/10