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Economia

Com exterior positivo, Bolsa ganha fôlego extra e chega aos 96 mil pontos

18 jan 2019 às 10:00
Por: Estadão Conteúdo

O Ibovespa renovou máximas seguidas e alcançou 96 mil pontos, um novo nível histórico durante a sessão de negócios. Muito embora venha galgando recordes nos últimos pregões, o índice ganhou nesta sexta-feira, 18, fôlego extra com os bons ventos vindos do exterior, altamente comprador de risco pela expectativa de que as negociações entre Estados Unidos e China realmente cheguem a um ponto consenso favorável. Isso está aliado a outros estímulos para animar a economia chinesa que foram anunciados nesta sexta.

Às 10h43, o Ibovespa subia 0,80%, aos 96.110,19 pontos. Os principais índices futuros em Nova York subiam em torno de 0,40% e as bolsas na Europa também seguiam em alta.

As notícias mais positivas para a economia do país asiático levam para cima também tanto as cotações do petróleo (+1%) quanto do minério de ferro, que fechou em alta de 1,33% no porto de Qingdao, na China.

Por aqui, em dia de agenda fraca, analistas ponderam que, ainda que o movimento do pré-mercado seja de valorização, investidores avaliam informações relacionadas ao fato de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, não deve detalhar pontos da reforma da Previdência durante sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, semana que vem. Na quinta à noite, o governo informou que Guedes vai falar "apenas" sobre a importância central das novas regras de aposentadoria para o equilíbrio macroeconômico do País.

"A sessão abre bem devagar e não descarto uma decepção com o governo de não querer adiantar nada da Reforma da Previdência lá fora", diz Luiz Mariano De Rosa sócio da Improve Investimentos. "Mas o fato de ele se comprometer internacionalmente pode ser visto positivamente."

No plano político, analistas da LCA avaliam que o fato de o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux ter suspendido a investigação sobre movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro, não impactou fortemente os preços dos ativos, "até o momento". "Mas o risco à imagem do governo não é desprezível", alertam em relatório.

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