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Economia

Dólar fecha em alta, aos R$ 4,1376, 2ª maior cotação desde começo do Plano Real

28 ago 2018 às 19:10
Por: Estadão Conteúdo

O dólar à vista encerrou a terça-feira na segunda maior cotação do Plano Real. Fechou cotado a R$ 4,1376 em alta de 1,38%. A máxima intraday foi de R$ 4,1475 (+1,62%). A maior cotação da moeda americana em reais num fechamento foi aos R$ 4,1705 no dia 21 de janeiro de 2016. O giro financeiro foi de US$ 973,47 milhões, segundo a B3. Às 17h35, o dólar futuro (contrato para setembro) subia 1,33% aos R$ 4,1380.

À tarde, quando marcou a maior cotação do dia, as perdas do real foram alinhadas ao enfraquecimento de emergentes como o peso mexicano, o rublo russo e também à desvalorização do petróleo. O fortalecimento do dólar ante o real, entretanto, foi atribuído por agentes do mercado cambial principalmente ao grau de incerteza com a corrida presidencial. Como escreveu Alessandro Faganello, da Advanced Corretora, "os mercados continuam operando com alto grau de volatilidade enquanto o País vive período eleitoral recheado de incertezas, com os candidatos ainda sem conseguir convencer os eleitores indecisos".

No noticiário internacional, alguns emergentes foram destaque, a começar pela Argentina. O BC argentino atuou no mercado cambial a fim de conter a forte depreciação do peso. A agência de classificação de risco Moody's afirma que a taxa de juros a 45% ao ano na Argentina irá ajudar a conter a desvalorização do peso, mas enfraquecerá ainda mais a economia "que está entrando em uma recessão". No dia 13 deste mês, o BC argentino elevou para 45% ao ano a taxa básica de juros. Hoje, uma fonte do Fundo Monetário Internacional (FMI) descartou que negocia ampliar o empréstimo stand-by ao governo argentino. Havia boatos de que o montante poderia passar dos US$ 50 bilhões acertados em junho para US$ 65 bilhões. "É uma invenção pura", disse uma fonte do FMI ao jornal El Cronista.

Agentes econômicos não veem um contágio imediato da situação argentina no Brasil neste momento, mas ficam alertas. Na semana passada, o Danske Bank enumerou o País entre os "cinco frágeis" do mundo emergente. O banco dinamarquês classificou o grupo formado por Brasil, Argentina, Rússia, África do Sul e Turquia como países "particularmente vulneráveis". "Emergentes vão continuar no foco, pois são o lado mais vulnerável do mundo. Argentina e Turquia sendo os principais focos de instabilidade da atualidade. O mercado estuda o tamanho de contágio disso e não há consenso", diz Carvalho, da Laic.

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