Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Economia

Dólar fecha em leve queda e termina em R$ 4,09 com exterior e Previdência

10 set 2019 às 18:05
Por: Estadão Conteúdo

O dólar encostou em R$ 4,13 pela manhã desta terça-feira, mas a alta perdeu fôlego e a moeda americana passou a tarde operando perto da estabilidade, tanto no mercado à vista como no futuro. As mesas de câmbio operaram em linha com o exterior, aguardando a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e monitorando as conversas sobre a reforma da Previdência no Senado, após o pedido de adiantamento da votação ter sido negado. O dólar à vista fechou em leve baixa de 0,07%, a R$ 4,0957.

Dúvidas sobre a tramitação da Previdência em meio a relatos de que o relator do texto, Tasso Jereissati (PSDB-CE), mudou pontos da reforma, o que ele admitiu mais tarde, provocaram certo estresse pela manhã e fizeram o real ser a moeda que mais se enfraqueceu ante o dólar. Na máxima, foi a R$ 4,1296 (+0,75%). Mas a agenda esvaziada no exterior, com os lançamentos de produto da Apple dominando o noticiário, provocou um dia de calmaria no mercado internacional de moedas. O real, que na segunda havia piorado mais que os pares, teve comportamento mais contido.

"As incertezas continuam as mesmas, seja na Europa, na China e no mercado interno", avalia o responsável pela área de câmbio da Terra Investimentos, Vanei Nagem, ressaltando que o mercado doméstico e o externo pesaram mais cedo para as cotações, mas na parte da tarde o dólar se estabilizou, com os agentes aguardando eventos como a reunião do BCE e novos catalisadores para os preços.

Para o estrategista de moedas do Société Générale, Bertrand Delgado, a moeda brasileira e as de outros países da América Latina podem ganhar alguma força nas próximas semanas, na medida em que o Federal Reserve deve cortar os juros, o que tende a enfraquecer o dólar no mercado internacional. Outro fator que pode ajudar é a perspectiva de avanço nas negociações comerciais entre a China e os Estados Unidos, que prometeram se reunir em outubro.

Ao mesmo tempo, Delgado alerta que as idas e vindas nas negociações das duas maiores economias do mundo, aliadas a um movimento de busca por segurança, tendem a deixar as moedas da região "voláteis e com um viés de enfraquecimento" nos próximos trimestres. Para o real, o Société afirma estar "pessimista", em meio ao fraco crescimento brasileiro e os problemas fiscais. Pelo lado positivo, as reformas avançam no Brasil e as contas externas estão saudáveis, melhores que outros mercados da região, ressalta ele em relatório.

Veja também

Relacionadas

Economia
Imagem de destaque

Como declarar aportes em PGBL para abater 12% da renda bruta no IR 2026

Economia
Imagem de destaque

Dólar fecha a R$ 5,2299 com ajustes antes do Carnaval; sobe 0,18% na semana

Economia

FGC antecipa até R$ 1 mil em garantias a clientes do Will Bank

Economia

Vendas no comércio varejista fecham 2025 com alta de 1,6%

Mais Lidas

Cidade
Cascavel e região

Indígena morre atropelado durante tentativa de saque à caminhão na BR-277 em Nova Laranjeiras

Cidade
Londrina e região

Chuva espanta foliões e abertura do Carnaval de Londrina tem público abaixo do esperado

Cidade

Pesadelo na Cozinha: Chef Jacquin entrega restaurante transformado em Foz do Iguaçu

Cidade
Londrina e região

Mulher de 43 anos morre em acidente de motocicleta na zona norte de Londrina

Cidade
Londrina e região

Recém-nascido é encontrado morto em saco plástico dentro de lago em Arapongas

Podcasts

Podcast Arte do Sabor | EP 11 | Azeite sob a perspectiva da medicina

Podcast Café Com Edu Granado | EP 51 | Disciplina, Fé e Legado | Sadraque de Oliveira

Podcast do Marcelo Villa | EP 3 | Agro, Inovação e Negócios | Marcelo El Kadre

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.