Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Aba 1
Aba 2
Economia

Dólar tem maior alta semanal desde meados de março com dúvidas sobre reforma

18 abr 2019 às 18:15
Por: Estadão Conteúdo

O dólar fechou a semana, mais curta por causa do feriado de Páscoa, acumulando alta de 1,07%. Foi a maior valorização das últimas quatro semanas, em meio às dificuldades de tramitação da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Profissionais de câmbio relatam que as mesas também monitoram as discussões sobre uma possível nova greve dos caminhoneiros e os eventos no cenário externo. Nesta quinta-feira, 17, a moeda fechou em queda de 0,14%, a R$ 3,9300, em um movimento de realização de ganhos depois de subir 1,6% nos últimos dois dias.

No ano, o dólar passou a acumular alta de 1,41% esta semana. Operadores destacam que a moeda americana deve seguir pressionada no começo da semana que vem, na expectativa pela votação da Previdência na CCJ, oscilando entre R$ 3,90 e R$ 3,95. O texto deve ser votado na terça-feira (23) e a aprovação pode levar o dólar a cair abaixo de R$ 3,90, acreditam operadores.

"Todo o noticiário relacionado à Previdência está mexendo com o dólar, respondendo por 90% das oscilações", ressalta o diretor de câmbio da Ourominas, Mauriciano Cavalcante. Nesse semana, o adiamento da votação da admissibilidade das medidas levou a moeda a R$ 3,95. Para ele, está tudo parado no País à espera do avanço da Previdência e o governo precisa estar ciente disso e tentar negociar com os deputados. Se o texto passar na CCJ, Cavalcante vê a moeda com chance de voltar para a casa dos R$ 3,80, desde que o texto não sofra muitas mudanças. Nesta quinta a consultoria de risco político Eurasia manteve a probabilidade de 70% de aprovação do texto no Congresso este ano.

No final do tarde, notícias de que o governo estaria disposto a ceder cargos em alguns ministérios para o PR, PP e PSD em troca de votos pela Previdência fizeram o dólar bater mínimas, recuando a R$ 3,9048. Notícia publicada pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu à sua equipe que estude "possibilidades de mudanças na tributação dos combustíveis" também repercutiu favoravelmente nas mesas de câmbio, pois sinaliza menor possibilidade de greve dos caminhoneiros. O líder do Comando Nacional do Transporte (CNT), Ivar Schmidt, acredita que é cedo para uma paralisação do setor, que virá se houver mais reajustes no diesel.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Economia
Imagem de destaque

Lote complementar do abono salarial começa a ser pago

Economia
Imagem de destaque

Prazo para empresas optarem por Simples acaba nesta quinta

Economia

Confiança dos industriais melhora, mas segue abaixo de 50 pontos

Economia

Prazo pra bancos devolverem R$ 1,3 bi de bets acaba nesta quarta

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

“Estou indo para o céu”; criança escreve carta após agressão

Cidade
Londrina e região

Padre Limeira morre aos 78 anos após lutar contra câncer

Cidade
Londrina e região

Fim da escala 6x1 preocupa comércio de Londrina, diz ACIL

Cidade
Londrina e região

Servidores cobram reajuste e temem impacto de cortes em Londrina

Política
Brasil

Fim da 6x1: saiba quando entra em vigor nova jornada de trabalho

Podcasts

Podcast Em Foco | EP 7 I Imagem Profissional Estratégica I Jihana Rosa

Podcast Feirauto | EP 2 | Expectativas para a Feirauto | 13/10

Podcast Feirauto | EP 1 | Feirauto em Destaque | 09/10