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Economia

É preciso saber o que fazer com os R$ 500 do FGTS, diz especialista

09 set 2019 às 12:17
Por: Ticianna Mujalli

A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta semana os R$500 por conta do FGTS. O valor será depositado automaticamente na sexta (13) para quem faz aniversário em janeiro, fevereiro, março e abril e que tem conta na caixa. Já quem nasceu em maio, junho, julho e agosto recebe a partir de 27 de setembro. Para os outros, o pagamento será a partir de 9 de outubro.

O pagamento aos não correntistas da Caixa segue um calendário que começa em 18 de outubro e segue até março. Muitos ainda tem dúvida se vale a pena retirar o dinheiro. Segundo o economista Marcos Rambauducci, quem não precisar utilizar este valor, de R$ 500,00, o melhor é deixar lá mesmo. “Isso porque com as novas regras, a correção do FGTS passará de 50% para 100% dos resultados. Isso poderá significar uma rentabilidade maior que na poupança”, aponta.

Para o economista, se o trabalhador não necessita do dinheiro, e por necessitar do dinheiro entende-se, para pagar dívidas atraso), o melhor mesmo é não mexer. “Se ele tem conta na CEF e não solicitou o não pagamento e não tem previsão do dinheiro para pagar contas em atraso, o melhor é iniciar uma aplicação para criar um fundo de emergência, que pode ser aplicando na caderneta de poupança ou em títulos do governo”, conclui.

Essa é a mesma opinião do professor e especialista em Finanças Pessoais Luiz Fernando da Silva. “Independentemente do valor, pode ser prejudicial se a pessoa não tiver a sabedoria de como usar o dinheiro ou de fato trazer os melhores resultados”. Ele aponta ainda que, com esse dinheiro, é preciso analisar, dentro do orçamento, quais as contas e quais gastos que podem trazem perda de dinheiro.  

“Se há taxa de juros de um cartão de credito que não está liquidado, uma conta que está atrasada e que o os juros correm diariamente, uma despesa que se for paga há um bom desconto”, informa.  

Caso quem vá receber o dinheiro precise de algum bem, o especialista indica que a compra seja feita à vista, pois assim há poder de barganha e a possibilidade de um desconto melhor.  “O que eu não posso é pegar esse dinheiro para entrada e parcelar o restante. Assim eu vou adquirir mais uma dívida e não usar meu dinheiro de forma sustentável. É preciso entender a referência do dinheiro”, conclui.

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