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Economia

Fipe eleva projeção para IPC de setembro de 0,24% para 0,28%

12 set 2018 às 13:55
Por: Estadão Conteúdo

A energia elétrica continua pressionando a taxa de inflação na capital paulista e ainda deve continuar incomodando o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) deste mês, avalia o coordenador do indicador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Guilherme Moreira. "Elevamos a projeção para o IPC de setembro de 0,24% para 0,28% por causa de energia elétrica, em razão do aumento de PIS/Cofins", argumenta, completando que a estimativa para o grupo Habitação, do qual energia faz parte, passou de 0,09% para 0,20%.

Na primeira quadrissemana do mês, energia elétrica teve uma influência de 0,30 ponto porcentual no IPC de 0,40% do período, após o indicador avançar 0,41% no fim de agosto. O conjunto de preços de Habitação, por sua vez, atingiu 0,83% na comparação com 1,12% antes, quando o item energia teve alta de 10,18%.

Ao contrário de energia elétrica, leite longa teve queda de 5,29% na primeira leitura do mês (ante -4,17%), exercendo impacto negativo de 0,06 ponto no IPC do período. "Os preços de alimentos estão voltando à dinâmica de normal após o aumento provocado durante a greve dos caminhoneiros fim de maio e início de junho. Agora, o foco é o câmbio", afirma.

O grupo Alimentação fechou a primeira leitura de setembro com recuo de 0,43% na comparação com declínio de 0,49% no fim de agosto.

Por enquanto, o economista não estima efeito expressivo da depreciação cambial sobre o IPC, tanto que espera 3,25% para a taxa fechada em 2018. "A demanda está fraca, mas claro que se o dólar persistir em nível elevado, não tem como a indústria segurar repasse de custos", avalia.

Moreira cita que alguns itens que têm influência do câmbio ainda estão com os preços comportados. Um dos exemplos, menciona, é o segmento de imagem e de som, que tem queda acumulada de 8,13% este ano até agosto. "A desvalorização do Real ainda não chegou com força para o consumidor. Quanto mais fraca a demanda mais tende a demorar. O repasse deve ser mais lento, mas não tem como escapar", afirma.

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