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Economia

FNP vai se reunir com gerente de RH que falou sobre demissões da Petrobras

27 fev 2019 às 12:35
Por: Estadão Conteúdo

Um grupo de sindicalistas ligados à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) se reúne nesta quarta-feira, às 15h, com o gerente executivo de Recursos Humanos da Petrobras para esclarecer as declarações feitas na última segunda-feira, 25, sobre possíveis demissões depois da desocupação do prédio administrativo da companhia na Avenida Paulista, informação negada posteriormente pelo presidente da estatal, Roberto Castello Branco.

Cerca de 15 sindicalistas de vários Estados da FNP passaram a terça-feira no prédio da Petrobras pedindo uma reunião com Costa. O executivo, recém contratado pela estatal, assustou os empregados da empresa lotados na sede administrativa de São Paulo ao acenar com demissões após a desativação do prédio.

Trabalham no local cerca de 655 pessoas, segundo informou Castello Branco em um áudio gravado na noite de terça para amenizar as declarações de Costa. O prédio será desocupado pela Petrobras até junho, informou a companhia.

"Não existe um plano de demissões na Petrobras. Nós estamos estudando um programa incentivado de demissão voluntária, que não foi ainda aprovado pela diretoria executiva. Esse programa está começando a ser estudado, seus benefícios e seus custos e decidiremos oportunamente", afirmou Castello Branco no áudio, esclarecendo que os empregados do prédio paulista serão realocados em outras unidades e alguns irão trabalhar de casa.

Durante a reunião de segunda-feira, Costa chegou a dizer que nem todos os empregados seriam aproveitados. "Dá para absorver todo mundo que aqui está? Não. Algumas pessoas não ficarão", disse durante a reunião. "Talvez, muitos de vocês talvez não permaneçam na companhia, nos próximos ciclos de suas vidas, pessoais e profissionais", completou, ressaltando que áreas como a exploração do pré-sal serão fortalecidas na empresa e outras áreas serão desinvestidas ou privatizadas.

"Algumas nem privatizadas serão. Algumas serão fechadas, porque não tem nem interesse do mercado em fazer aquisição daquele ativo", afirmou Costa na reunião.

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