Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Aba 1
Aba 2
Economia

Importações de diesel são canceladas para evitar prejuízo

15 abr 2019 às 07:45
Por: Estadão Conteúdo

Importadores de óleo diesel vão recuar neste momento de congelamento de preços do combustível pela Petrobras. Presidente da Abicom, que representa o segmento, Sérgio Araújo diz que as empresas associadas à entidade cancelaram importações para evitar prejuízo médio de R$ 0,14 em cada litro trazido do exterior. Essa é a diferença do valor do combustível nas principais bolsas de negociação no mercado internacional e o quanto é cobrado pela Petrobras em suas refinarias, segundo a entidade.

Procurada, a Petrobras não informou se está tendo prejuízo com a manutenção do preço nas refinarias. Disse apenas que, na média de 2019, manterá o preço acima do praticado no mercado internacional.

Na última quinta-feira, a empresa anunciou que havia desistido de reajustar o diesel em 5,7%. Em nota, divulgada pela sua assessoria de imprensa, disse que o presidente da República, Jair Bolsonaro, ligou para o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, "alertando sobre os riscos do aumento do preço do diesel" anunciado pela Petrobras. Na nota, o executivo afirmou ainda ter considerado "legítima a preocupação do presidente".

Do volume total de combustível consumido no País no mês de fevereiro, de 4,4 bilhões de litros, 15% foram importados - a maior parte pela própria Petrobras. Os dados são os mais recentes divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os importadores independentes, que são empresas de comercialização de pequeno e médio portes, representam 3% desse mercado, segundo a Abicom.

A expectativa das empresas comercializadoras era ampliar participação no mercado e fazer concorrência à estatal, como aconteceu em 2017, quando a petroleira reajustava sua tabela em intervalos de tempo mais curtos e, por vezes, mantinha o preço acima dos praticados no exterior. Nesse período, os independentes chegaram a responder por 60% das importações.

Esse movimento da estatal motivou as comercializadoras a investir em infraestrutura de armazenamento nos principais portos brasileiros. Parte chegou a sair do papel e outra parcela deveria sair neste ano. Mas foram suspensos diante das últimas sinalizações do governo para o setor. "Esperávamos que o governo, com um discurso liberal, acompanhasse o mercado internacional. Hoje o ambiente é de intervenção e monopólio. Os associados da Abicom têm projetos em infraestrutura que são necessários ao País, mas não vão acontecer", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Economia
Imagem de destaque

Governo prevê crédito a empresas afetadas por fim da 6x1

Economia
Imagem de destaque

Economia avança 0,34% em agosto e mantém sinal de desaceleração

Economia

Brasil deve voltar a ser 8ª maior economia do mundo em 2027

Economia

Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09 em dia de cautela

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Homem de 69 anos é preso após abordagem sexual a menina de 12 anos

Brasil e mundo
Mundo

Bebê é encontrado em sacola após cadela insistir em farejar pacote

Cidade
Londrina e região

Empresário é morto a tiros ao sair de casa em Londrina

Cidade
Londrina e região

Batida frontal deixa um morto e dois feridos na PR-090

Cidade
Londrina e região

Aeroporto de Londrina sedia corrida na pista de pouso

Podcasts

Podcast Em Foco | EP 7 I Imagem Profissional Estratégica I Jihana Rosa

Podcast Feirauto | EP 2 | Expectativas para a Feirauto | 13/10

Podcast Feirauto | EP 1 | Feirauto em Destaque | 09/10