Nesta quinta-feira (23) a quarentena em Londrina completa um mês. Durante esse tempo eventos importantes, como a ExpoLondrina, foram cancelados, lojas ficaram fechadas e o uso de máscaras nos lugares públicos virou lei. Mudanças intensas e repentinas na rotina dos londrinenses.
No balanço da prefeitura, o isolamento social é fundamental para não sobrecarregar o sistema de saúde.
O primeiro caso oficial de Covid-19 em londrina foi em 17 de março. Uma mulher de 50 anos, que começou a sentir os sintomas da doença, após retornar de uma viagem à Itália.
Dois dias depois, o prefeito Marcelo Belinati (PP) declarou situação de emergência, e no dia 23 entrou em vigor o decreto com as medidas de isolamento social, que determinou o fechamento do comércio, construção civil e da indústria, além da suspensão das aulas presenciais e a obrigatoriedade do uso das máscaras de proteção. Na última segunda-feira o comércio reabriu as portas, mas a situação está sendo avaliada dia a dia.
A primeira morte por coronavírus em Londrina foi no dia três de abril. A vítima foi um homem de 37 anos. Segundo o último boletim da Secretaria de Saúde, oito pessoas moradoras de Londrina haviam perdido a vida em decorrência da doença. São 90 casos confirmados e 44 sob suspeita.
A prefeitura projetou um investimento de R$86 milhões para o combate ao coronavírus. Nós últimos 30 dias, cerca R$15 milhões, já foram utilizados.