O Paraná fechará este ano com 72% de coleta e 100% de tratamento do esgoto coletado. O índice estadual fica bem acima da média nacional de 51,6%, segundo o Instituto Trata Brasil. “Nossa meta é alcançar a universalização dos serviços”, afirma a governadora Cida Borghetti.
Segundo ela, a atual gestão deixa pronta uma programação de investimentos da Sanepar a serem realizados até 2022, que alcançam R$ 2,25 bilhões, somente no sistema de coleta e tratamento de esgoto. “O nosso governo prioriza políticas públicas essenciais para a população ter melhor qualidade de vida, como saneamento básico, que é condição primordial para que o ser humano viva com saúde”, diz.
Cida destaca que cinco das onze cidades com o melhor índice de saneamento do país estão no Paraná: Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa, e que Curitiba é a melhor colocada entre todas as capitais do Brasil.
Nos últimos sete meses, o governo anunciou e inaugurou obras importantes em várias regiões, como o maior programa de expansão do saneamento já executado no Litoral do Paraná, entregue em julho pela governadora e o presidente da Sanepar, Ricardo Soavinski.
Fruto de investimentos de R$ 252 milhões, o conjunto de obras eleva o índice de atendimento com coleta e tratamento de esgoto na região para 80%, o maior indicador de áreas litorâneas entre os municípios atendidos por companhias estaduais de saneamento. Antes das obras o índice era de 52%.
São 27.169 novas ligações no sistema de esgoto em Matinhos e Pontal do Paraná, municípios que abrigam a maior parte das praias paranaenses e as mais frequentadas. Foram implantados 515 quilômetros de rede coletora de esgoto e 29 estações elevatórias e substituídas redes antigas.
Em paralelo ao empreendimento entregue, outros R$ 50 milhões estão sendo investidos nas estações de tratamento de esgoto de Matinhos e Pontal do Paraná. Para Cida, esta é uma entrega histórica e representa um grande reforço para consolidar a qualidade ambiental do Litoral do Paraná. “Nosso Litoral tem hoje as águas mais limpas para banho. Há ainda mais a fazer, mas o avanço é inegável”, afirma.
Fonte: AEN-PR