Recentemente uma empresa de telefonia foi condenada a indenizar uma pessoa depois que ela teve o chip de celular clonado. O coordenador do Procon Gustavo Richa esteve no Jornal Tarobá 1ª Edição desta quinta-feira (30) para explicar de quem é a responsabilidade por golpes como esse.
Richa esclareceu que, no caso da decisão favorável ao consumidor, ficou comprovado que os funcionários da telefônica tiveram envolvimento com a fraude.
Nos episódios mais comuns de clonagem de WhatsApp - em que o golpista pede dinheiro para os contatos em nome da vítima - ficaria mais difícil definir de quem é a responsabilidade.
Nesse golpes, os bandidos encontram a vítima através da postagem em sites de compra e venda, entram em contato com o anunciante e obtêm os dados necessários para a clonagem.
A orientação do Procon é evitar passar dados pessoais e bancários em situações suspeitas.