O delegado da Polícia Federal, Everton de Oliveira Manso, falou na manhã de terça-feira (18), sobre a Operação Solis. A Operação teve como objetivo desmantelar uma organização criminosa especializada na lavagem de dinheiro proveniente dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e casas de prostituição.
Foram expedidos 9 mandados de prisão, sendo oito cumpridos e 17 de busca e apreensão, em Cascavel, Boa Vista da Aparecida, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A forma utilizada na lavagem de dinheiro é o recebimento de valores nas seis casas de prostituição do grupo, com máquinas de cartão de crédito vinculadas a empresas do ramo de cosméticos e energia solar. As duas empresas, além de uma terceira empresa fictícia estavam localizadas na cidade de Boa Vista da Aparecida.
Por isso a operação foi batizada de “Solis” em alusão ao Sol, que é a estrela central do Sistema Solar. Durante a ação três armas de fogo foram apreendidas, dois carros de luxo e um Jet Ski. O chefe do grupo ainda ostentava bebidas e dinheiro em suas redes sociais.
A investigação ainda comprovou o envolvimento em tráfico de drogas. Onde a maconha entrava pela fronteira e era transportada para diversos estados, por motoristas contratados.
Segundo o delegado, um milhão e seiscentos mil reais foram movimentados em alguns meses de investigação.
Operação Solis: carro de luxo e pessoas detidas chegam em Cascavel