Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Aba 1
Aba 2
Tarobá Cidade
Londrina e região

Advogada discute o vínculo de motoristas com aplicativos

O debate central na Justiça do Trabalho é se há vínculo empregatício ou apenas uma relação de parceria entre motoristas e empresas de aplicativos, como Uber e 99
06 out 2025 às 15:19
Por: Portal Tarobá

Nessa semana o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar as ações que tratam do vínculo empregatício entre os motoristas de aplicativos e as empresas. A advogada, Silvia Gazda, explicou que o entendimento majoritário do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o órgão máximo da Justiça Trabalhista, é que não existe vínculo empregatício com as plataformas. 


 As decisões do TST têm se baseado em três pontos principais que descaracterizam a relação de emprego:


  1. Ausência de Pessoalidade: O motorista pode ter mais de uma conta em aplicativos diferentes e pode, inclusive, se fazer substituir por outro motorista.

  2. Ausência de Subordinação: O motorista é quem decide a hora em que vai trabalhar, onde vai rodar, qual corrida aceitar e por quanto tempo vai dirigir. O motorista tem autonomia para escolher como e quando irá prestar o serviço.

    Outras notícias

    Além da mamografia: quais exames a mulher não deve deixar de fazer?

    Novo decreto muda regras do atendimento ao consumidor

    Fim da escala 6x1: como ficam as relações e a segurança no trabalho?

  3. Não Onerosidade (Dependente de Vontade): A onerosidade, que é o pagamento do salário, só existe se o motorista se dispuser a trabalhar. Se ele não trabalhar, não há pagamento.


Silvia Gazda mencionou que os tribunais regionais (TRTs) ainda têm divergência em suas decisões, mas que a jurisprudência mais consolidada no TST tem negado o vínculo.

Propostas de Regulamentação e Direitos Atuais

A advogada abordou a necessidade de regulamentação para essa modalidade de trabalho, citando o Projeto de Lei (PL) 12/2024 enviado pelo Governo Federal ao Congresso.

  • O que o PL propõe: O projeto não visa criar o vínculo empregatício tradicional (CLT), mas sim instituir uma nova categoria de trabalhadores autônomos por aplicativo, que teriam direitos como:

    • Contribuição Previdenciária: Criação de uma alíquota de contribuição para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) sobre a remuneração, garantindo aposentadoria e auxílios.

    • Remuneração Mínima: Estabelecimento de um valor mínimo por hora trabalhada para garantir renda básica.

    • Sindicalização: Criação de uma representação sindical para negociar condições de trabalho.


A advogada defende que essa regulamentação é fundamental, pois garante um amparo social mínimo a esses trabalhadores, que hoje estão desprotegidos.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Cidade
Imagem de destaque

Carreta de tecnologia oferece curso gratuito de comunicação assertiva

Cidade
Imagem de destaque

Tarobá no Seu Bairro reúne comunidade na zona norte de Londrina

Tarobá Cidade

Canal ou extração? Saiba quando é possível salvar o dente

Tarobá Cidade Londrina

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca começa neste sábado

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Professora fica ferida após discussão com mãe de aluno em Londrina

Cidade
Londrina e região

Motociclista e passageiro morrem após bater na traseira de caminhão

Cidade
Londrina e região

Londrina terá chuva a partir de quarta-feira após dias de sol

Cidade
Londrina e região

Vereador do RJ é preso em Londrina em operação da PF

Paraná
Londrina e região

Acidente entre dois caminhões deixa um morto na BR-277

Podcasts

Podcast Em Foco | EP 7 I Imagem Profissional Estratégica I Jihana Rosa

Podcast Feirauto | EP 2 | Expectativas para a Feirauto | 13/10

Podcast Feirauto | EP 1 | Feirauto em Destaque | 09/10