No quadro, a arquiteta Mônica Nakabayashi explicou como a arquitetura de interiores tem acompanhado o crescimento da procura por imóveis compactos. Em Londrina, apartamentos de 48, 50 e 60 metros quadrados são encontrados no mercado, enquanto os estúdios podem ter espaços ainda menores. Segundo a profissional, o principal desafio é aproveitar cada centímetro sem comprometer o conforto.
Entre as soluções estão a integração dos ambientes, o uso de marcenaria planejada e móveis adequados à metragem. Cozinhas abertas, sacadas incorporadas à área social, painéis e divisórias de vidro podem ajudar a ampliar visualmente os espaços e melhorar a circulação. A iluminação com LED, trilhos e soluções embutidas também contribui para criar um ambiente mais aconchegante.
Mônica destacou ainda que morar em um imóvel compacto exige organização e desapego, mantendo apenas o que realmente será utilizado. Para ela, cada escolha precisa considerar a funcionalidade do espaço, já que móveis inadequados ou excesso de objetos podem comprometer a circulação e o aproveitamento do ambiente.