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Março Amarelo: campanha conscientiza sobre o diagnóstico precoce da endometriose

Conheça histórias reais e alternativas de como lidar com sintomas
03 mar 2026 às 16:16
Por: Portal Tarobá - Ministério da Saúde

Cólica incapacitante não é normal. Dor intensa todos os meses não é exagero. Silenciar o sofrimento feminino nunca foi a solução. O mês de março é marcado pelo Março Amarelo, campanha de conscientização sobre a endometriose, uma doença inflamatória crônica que atinge milhões de mulheres e ainda enfrenta atraso no diagnóstico e muita desinformação.


Para falar sobre o tema, o Vitrine Revista recebe a Dra. Ludmila Seko, ginecologista, a digital influencer Amanda Lais Carelli, Larissa Soares, fisioterapeuta pélvica e Ana Tripoloni, nutricionista especialista em endometriose.


Estima-se que, em todo o mundo, a endometriose afete cerca de 176 milhões de mulheres, sendo mais de 7 milhões somente no Brasil. Trata-se de uma doença inflamatória crônica benigna que ocorre quando o endométrio — tecido que reveste a parte interna do útero — cresce em outras regiões do corpo.

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A campanha Março Amarelo reforça a importância do diagnóstico precoce para o controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida.


Entre os sintomas mais comuns está a dor pélvica intensa, que pode comprometer significativamente a rotina da mulher. A dificuldade para engravidar também pode estar associada à doença. Além disso, a endometriose pode provocar alterações intestinais, dor ao evacuar e dor durante ou após as relações sexuais.


Estudos indicam que, no momento do diagnóstico, a doença pode já estar presente há 3 a 12 anos. Pesquisas apontam ainda que até 20% das mulheres podem ser assintomáticas. Um dos principais fatores que atrasam o diagnóstico é a normalização da dor, muitas vezes confundida com constipação intestinal ou alterações musculares e infecciosas.


Diante da suspeita, o exame ginecológico clínico é o primeiro passo para investigação, podendo ser complementado por exames laboratoriais e de imagem. O tratamento pode ser medicamentoso, com uso de hormônios para suspensão da menstruação e controle dos sintomas, ou cirúrgico, com retirada das lesões — e, em casos específicos, do útero, quando não há desejo reprodutivo.


Assista ao vídeo e confira mais detalhes sobre saúde da mulher!

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