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Londrina segue com vacinação contra Influenza e reforça a importância da proteção

Campanha continua nas UBSs para grupos prioritários em meio ao aumento de casos respiratórios e síndromes gripais; meta é atingir 90% de cobertura entre a população-alvo
30 abr 2026 às 21:11
Por: Assessoria de Imprensa
Emerson Dias/ NCom

A Prefeitura de Londrina prossegue com a Campanha de Vacinação contra Influenza voltada à população que integra os grupos prioritários. Iniciada em 28 de março, essa primeira etapa da campanha oferta a vacina trivalente contra o vírus que causa gripe para os idosos, gestantes, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, mulheres até 45 dias após o parto e demais grupos de risco. As doses são disponibilizadas em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), da área urbana e rural. 


O levantamento da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgado nesta quinta-feira (30) mostra que Londrina registrou 43.202 vacinas feitas em idosos (38,51% de cobertura), 4.194 em crianças menores de seis anos (12,12%), e outras 3.083 em gestantes (67,40%). Os dados, atualizados até a última terça (28), indicam que a cobertura vacinal de 33,35% ainda está muito abaixo da meta, que é de 90%. Ao todo, a cidade soma 68.944 doses aplicadas.  


A vacina contra a gripe também está liberada para os profissionais e trabalhadores da área de saúde, pessoas com deficiência (PCD), pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, portuários, dos correios, caminhoneiros, profissionais das forças de segurança e salvamento, das forças armadas, população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens até 21 anos de idade sob medidas socioeducativas. 


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Nas salas de vacinação das UBSs situadas na área urbana de Londrina, o horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 7h às 18h30. Para receber a vacina contra gripe, basta apresentar um documento oficial de identificação e, se necessário, um documento que comprove o vínculo profissional.


Síndromes gripais – Atualmente, as doses de vacina são direcionadas aos grupos prioritários por representarem parte da população com maior risco de desenvolver complicações ou evoluir a óbito. De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde da SMS, Fernanda Fabrin, essa época do ano é, historicamente, o período de maior circulação do vírus, devido a mudança de estação e condições climáticas. 

“Nas últimas três semanas, temos observado um aumento no número de notificações de síndromes gripais, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Além dos vírus da influenza, temos observado neste ano a cocirculação, principalmente, dos Rinovírus e Vírus Sincicial Respiratório”, detalhou Fabrin. 


Para proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), cujo contágio é uma das principais causas de infecções das vias respiratórias e pulmões em recém-nascidos e crianças, o SUS oferta a vacina contra VSR para gestantes que estejam entre a 28ª e 36ª semana de gestação. Em Londrina, a vacina está disponível desde dezembro de 2025. Os bebês prematuros e com comorbidades podem receber, ainda, o anticorpo monoclonal nirsevimabe (Beyfortus).  


A SMS monitora os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por meio do acompanhamento do número de atendimentos diários de pacientes com quadros respiratórios nos serviços de saúde. “Esse monitoramento inclui as notificações de síndromes gripais registradas nos sistemas de informações do Ministério da Saúde, acompanhamento dos exames coletados para detecção de vírus respiratórios nas Unidades Sentinelas e das notificações dos pacientes internados por SRAG”, complementou a diretora de Vigilância em Saúde da SMS. 


A cidade conta com duas Unidades Sentinelas para a Vigilância de Vírus Respiratórios e Síndrome Gripal (SG): o Pronto Atendimento Infantil (PAI) e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Sabará. Em cada uma dessas unidades são coletadas cinco amostras, semanalmente, para identificação dos vírus respiratórios circulantes no município. A coleta também é feita nos pacientes internados por SRAG e nas pessoas atendidas em Instituições de Longa Permanência, com sintomas de síndromes gripais.   

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