Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Aba 1
Aba 2
Agro
Brasil

Azeite extravirgem ou comum? Veja diferenças e fuja de fraudes

Ministério da Agricultura e peritos explicam como diferenciar os tipos e alertam para falhas em testes caseiros da internet.
18 ago 2026 às 12:49
Por: Band
Mais 8 marcas de azeite estão impróprias para o consumo - Divulgação/Mapa

O aumento nas apreensões de lotes de azeite de oliva adulterado no país acendeu o alerta dos consumidores e fez crescer a busca por métodos para identificar produtos falsificados. Diante desse cenário, especialistas e técnicos do Ministério da Agricultura e Pecuária orientam sobre as diferenças fundamentais entre o azeite extravirgem e o azeite comum, além de alertarem contra o uso de testes caseiros que circulam nas redes sociais.


De acordo com dados da fiscalização federal, o azeite de oliva ocupa o segundo lugar no ranking mundial de alimentos mais fraudados, atrás apenas do pescado. A proliferação de vídeos que recomendam congelar a garrafa ou queimar o líquido com um pavio para testar a pureza não possui respaldo técnico. Pesquisadores explicam que a solidificação varia conforme a espécie da azeitona e que qualquer gordura serve como combustível, tornando esses métodos ineficazes para atestar a qualidade.


A principal distinção entre as categorias está no método de extração e no índice de acidez livre. O azeite extravirgem é obtido exclusivamente por prensagem mecânica a frio do fruto fresco, devendo registrar acidez máxima de 0,8% e ausência de defeitos sensoriais. Esse processo preserva integralmente os nutrientes e compostos antioxidantes originais da azeitona.


Já o azeite de oliva comum resulta da mistura de azeite refinado com uma parcela de azeite virgem, admitindo taxa de acidez de até 1,0%. O refino industrial elimina impurezas do óleo, mas reduz a concentração de compostos bioativos. Vale destacar que o percentual de acidez é um parâmetro químico de laboratório e não se relaciona com a sensação de sabor ácido no paladar.


Para evitar a compra de azeite falsificado, a orientação das autoridades é desconfiar de marcas vendidas por preços muito abaixo da média praticada no comércio. O consumidor deve optar por embalagens de vidro escuro — que protegem o produto da luz —, checar se a data de envase é recente e observar o rótulo para não confundir azeite puro com óleo composto, que contém mistura com soja ou milho.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Agro
Imagem de destaque

Calor pode limitar queda nos preços da laranja em outubro

Agro
Imagem de destaque

Avicultor paulista perde poder de compra frente a insumos

Agro

Carne brasileira vai pagar tarifa de 67% para entrar na China

Agro

Paraná atinge R$ 18,5 bi e tem 2ª maior pecuária do país

Mais Lidas

Cidade
Cascavel e região

Após 70 rejeições, trio de irmãos é adotado por casal de Ampére

Cidade
Londrina e região

Temporal causa destelhamentos e derruba árvores em Londrina

Cidade
Londrina e região

Londrina anuncia mudanças nos ônibus para reduzir gastos

Cidade
Cascavel e região

Confira os candidatos de Cascavel nas eleições de 2026

Cidade
Londrina e região

Sindicato critica proposta de redução de trajetos em Londrina

Podcasts

Podcast Fala Advocacia I EP 17 I Literatura e Cidadania I Fabiola Mattozo, Rafael Marini, Danilo Nascimento

Podcast Sem Cerimônia | EP 22 | Precificação na Reforma Tributária | Karime Claro de Carvalho

Podcast Em Foco | EP 5 | O Futuro da Comunicação | Mario Seki, Patricia Hemerly e Vitor Rodrigo