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Europa veta carne brasileira por uso de medicamentos proibidos

Nesta terça-feira (12), a União Europeia vetou a importação de produtos de origem animal devido ao uso de antimicrobianos, mas governo brasilero já havia proibido produtos citados
12 mai 2026 às 16:17
Por: Band
Foto: Divulgação/ABA

A Comissão Europeia oficializou, nesta terça-feira (12), a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar animais vivos e produtos de origem animal para o bloco econômico. O veto é motivado pelo uso de antimicrobianos na pecuária para promover o crescimento dos animais, prática proibida pela nova regulamentação europeia para combater a resistência bacteriana.


A restrição atinge diretamente as exportações de carne bovina, de frango, ovos e mel, com início previsto para 3 de setembro de 2026. Em abril, porém, uma portaria publicada pelo Ministério da Agricultura já proíbe o uso destes produtos no Brasil. Entre os medicamentos proibidos, estão a virginiamicina, avoparcina, bacitracina, tilosina, espiramicina e avilamicina.


A União Europeia é um dos principais destinos das exportações de produtos de origem animal do Brasil, como as carnes bovina e carne de frango.


Substâncias já proibidas no Brasil

O Ministério da Agricultura (Mapa) publicou a Portaria SDA/MAPA nº 1.617 no dia 27 de abril de 2026, proibindo o uso de substâncias específicas como aditivos na produção animal, entre elas a virginiamicina, avoparcina e bacitracina.


A medida busca alinhar a produção pecuária nacional às normas da União Europeia e deve ser apresentada à comissão nas próximas semanas. Nesta terça-feira, a comissão europeia informou que, caso o Brasil apresente a comprovação da proibição do uso destas substâncias, voltará à lista de países com autorização para exportar ao bloco.

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Especialistas do setor avaliam que a falta de um sistema de rastreabilidade e controle rigoroso por parte das autoridades brasileiras foi determinante para a exclusão do País neste momento.

A resistência antimicrobiana ocorre quando bactérias se tornam imunes aos antibióticos, dificultando o tratamento de doenças. Por isso, a Comissão Europeia intensificou a fiscalização sobre como esses remédios são aplicados na criação de animais que chegam à mesa do consumidor.

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