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Deputado baiano é alvo de operação acusado de chefiar milícia

Segundo a Polícia Federal e o Ministério Público da Bahia, o parlamentar lideraria uma organização criminosa armada com atuação em jogo do bicho, agiotagem, lavagem de dinheiro e receptação de veículos
01 out 2025 às 15:54
Por: UOL
Imagem: Reprodução - Instagram

O deputado estadual Kléber Cristian Escolano de Almeida, conhecido como Binho Galinha (PRD), voltou a ser alvo da Justiça nesta quarta-feira (1º). Ele é suspeito de chefiar uma milícia na Bahia e está na mira de mais uma operação policial, que também prendeu sua esposa e seu filho.


Binho Galinha foi eleito deputado estadual em 2022. Atualmente no Partido Renovação Democrática, ele conquistou 0,63% dos votos válidos no pleito, à época pelo Patriota.


Natural de Milagres (BA), Binho construiu sua carreira política em Feira de Santana, segunda maior cidade do estado. Por lá, consolidou apoios que o levaram à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).


Investigações o colocam como chefe de milícia. Segundo a Polícia Federal e o Ministério Público da Bahia, o parlamentar lideraria uma organização criminosa armada com atuação em jogo do bicho, agiotagem, lavagem de dinheiro e receptação de veículos. O grupo também é acusado de usar policiais civis e militares como braço armado para cobranças com ameaça de morte.


Família também é investigada. As investigações apontam que a esposa de Binho, Mayana Cerqueira da Silva, ajudava na movimentação financeira por meio de empresas de fachada. O filho do casal, João Guilherme Cerqueira da Silva Escolano, também foi citado como participante, em uma espécie de "aprendizado" dentro do esquema. Ambos já foram presos em operações anteriores.

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Operações ocorrem desde 2023. O nome de Binho passou a aparecer em investigações a partir de dezembro de 2023, quando foi deflagrada a Operação El Patrón. Desde então, uma série de ações policiais — como as operações Hybris e Estado Anômico — atingiram diretamente o deputado e seus aliados. Em uma delas, a Justiça bloqueou R$ 200 milhões em bens do grupo, incluindo fazendas, imóveis urbanos e veículos de luxo.


O que diz o deputado: Alvo de buscas e denúncias, Binho Galinha tem negado participação em atividades criminosas. Em nota divulgada após as primeiras operações, afirmou estar "à disposição da Justiça" e garantiu que "tudo será esclarecido no momento próprio". Ele segue exercendo o mandato, mas responde a processos que tramitam na Justiça baiana.

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