Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Brasil e mundo
Brasil

STF julga validade de lei da igualdade salarial entre homem e mulher

Sessão desta quarta-feira foi dedicada às sustentações das partes
14 mai 2026 às 10:52
Por: Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (13) o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres.


O plenário analisa três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e o Partido Novo contra a norma.


A sessão de hoje foi dedicada às sustentações das partes envolvidas nos processos. Os votos dos ministros serão proferidos na sessão desta quinta-feira (14).


Em julho de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.611 para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.

Outras notícias

Jennifer Finch, baixista do L7, morre aos 59 anos

Duas pessoas morrem em queda de avião no Tocantins

Anvisa proíbe energético 'sabor maconha' de ser produzido e vendido


A norma alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade.


Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.


Sustentações


A advogada Camila Dias Lopes, representante do Instituto Nós por Elas, argumentou que as ações contra a lei são equivocadas.


Segundo Camila, a obrigatoriedade de divulgação de relatórios de transparência salarial e a possibilidade de punição das empresas são ferramentas necessárias para concretizar os direitos fundamentais de igualdade e de não discriminação entre homens e mulheres.


"É inconcebível que mulheres recebam 20% em média a menos que homens exercendo a mesma função. É inconcebível que esta Suprema Corte, em pleno 2026, seja provocada a afirmar o óbvio", afirmou.


Mádila Barros de Lima, advogada da Central Única dos Trabalhadores (CUT), disse que a desigualdade não é acidental e se perpetua pela história. Ela ressaltou que as desigualdades enfrentadas pelas mulheres produzem efeitos no mercado de trabalho.


"Assim como as mulheres negras, outras mulheres enfrentam diariamente os atravessamentos do machismo, do etarismo, do capacitismo. Esses problemas refletem diretamente sobre as remunerações, oportunidades e sobre os sonhos", completou. 

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Brasil e mundo
Imagem de destaque

VÍDEO: capivara é resgatada após pular de moita e tentar atacar cachorro

Brasil e mundo
Imagem de destaque

Brennand é condenado a mais de 31 anos por estupro contra ex-companheira

Brasil e mundo

Homem agride mulher e quebra copo na cabeça do filho de 5 anos

Política

Ações pró-armas de Trump devem favorecer facções criminosas no Brasil

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Londrina tem semana com chuva e clima menos gelado

Cidade
Londrina e região

Mudança em linha de ônibus gera protesto na Zona Norte

Cidade
Londrina e região

Mulher bate em poste e sofre fratura exposta em Londrina

Cidade
Londrina e região

Carro bate em viatura e joga PMs em canaleta da PR-445

Cidade
Londrina e região

Suspeito de matar vendedor de doces é preso em Londrina

Podcasts

PodFala com Tai | EP 19 | Dan e Juca - A Arte de Construir uma Carreira

Conversa com Nassif| EP 17 |Nelson Barizon e Dayane Lucas - A Evolução do RH com a Admita

Arte do Sabor Podcast | EP 2 | The Carbohydrate Myth in Nutrition | Rafaela Gouveia

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.