Suzane von Richthofen voltou ao noticiário jurídico após a morte de seu tio, o médico Miguel Abdalla Neto. Ao se apresentar como a parente consanguínea mais próxima, Suzane buscava a posição de inventariante de uma herança avaliada em R$ 5 milhões, de acordo com o escritor de Tremembé.
O caso ganha contornos de ironia legal, já que Miguel foi o principal articulador para impedir que Suzane recebesse qualquer centavo da herança de Manfred e Marísia von Richthofen após o crime.
Além da batalha judicial contra a sobrinha no passado, o médico também foi o responsável por cuidar de Andreas von Richthofen, irmão de Suzane, durante anos.
A Polícia Civil investiga a morte de Miguel como "morte suspeita". O médico, que não era casado e não possuía filhos, deixou um patrimônio estimado em R$ 5 milhões. Sem herdeiros diretos (ascendentes ou descendentes), a linha de sucessão recai sobre os colaterais — neste caso, os sobrinhos.