Novas evidências obtidas pela investigação do desaparecimento da corretora de imóveis Daiane, de 43 anos, revelam que ela se sentia perseguida pelo atual síndico do edifício onde sua família possui propriedades em Caldas Novas, no sul de Goiás. Em um vídeo gravado antes de sumir, a mulher relata formalmente o sentimento de insegurança em relação ao administrador do prédio. A gravação tornou-se um dos eixos centrais da apuração da Polícia Civil, que busca entender a dinâmica entre os envolvidos antes do desaparecimento, ocorrido há 36 dias.
O registro em vídeo ganha relevância diante das últimas imagens de Daiane com vida, capturadas pelo circuito interno do condomínio. Nas cenas, ela aparece utilizando o elevador no dia em que foi ao local para averiguar uma interrupção no fornecimento de energia elétrica em dois apartamentos da família. Testemunhas e inquilinos confirmaram que a falha técnica teria atraído a corretora ao prédio um dia antes de seu sumiço.