O frei acusado de atropelar um ladrão de igreja no estado de São Paulo desapareceu e está sendo procurado pela Polícia. Ele ainda estava com a carteira nacional de habilitação suspensa há dois anos.
Mesmo sem a CNH, o frei tinha autorização da diocese de Ourinhos para usar o carro da paróquia.
A Polícia quer ouvir o mais rápido possível o frei Gustavo Trindade sobre as circunstâncias do furto paroquial e do atropelamento.
Depois do crime, com medo da repercussão do caso, ele deixou Santa Cruz do Rio Pardo, a 300 km da capital paulista.
A justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico do frei, mas negou a prisão preventiva do religioso com base nos bons antecedentes e por não haver risco de fuga. No entanto, a Polícia Civil ao fim do inquérito solicite novamente a prisão.
A decisão do judiciário aumentou a polêmica na cidade de 48 mil habitantes.
Em nota, a diocese de Ourinhos, que administra igreja matriz de Santa Cruz do Rio Pardo, diz que suspendeu o frei das atividades paroquiais enquanto durarem as investigações.
A expectativa é de que o frei se apresente nos próximos dias acompanhado de advogado para dar as versões do caso.