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Universidade investiga suposto trote após cachorro comunitário ser pintado com tinta

Instituição apura responsabilidade de alunos após animal aparecer com tintas espalhadas pelo corpo e órgãos sensíveis
30 mar 2026 às 16:07
Por: TNonline
Foto: Reprodução/ONG Coragem e Gentileza

A Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), em Criciúma (SC), instaurou um procedimento interno para apurar um possível trote envolvendo a pintura de um cachorro comunitário que vive no campus. O episódio, ocorrido na última quinta-feira (26), ganhou repercussão nacional após imagens do animal com o corpo coberto por tintas circularem nas redes sociais, gerando indignação entre internautas e protetores da causa animal.


De acordo com voluntários que acompanham o animal, a pintura atingiu áreas críticas, como a região dos olhos e do ânus, o que representa riscos graves à saúde do cão. Especialistas alertam que o uso de substâncias químicas em animais pode causar reações alérgicas severas, intoxicações, irritações cutâneas e alto nível de estresse. Em publicações na internet, usuários classificaram a atitude como inadmissível e cobraram a punição rigorosa dos responsáveis pelo ato.


Em nota oficial, a Unesc informou que o caso teria ocorrido fora dos limites físicos da instituição, mas reiterou o compromisso em verificar o envolvimento de seus estudantes. A universidade lamentou o ocorrido e reforçou que seu regimento interno proíbe qualquer tipo de trote que não tenha caráter solidário. A instituição destacou ainda que as medidas disciplinares cabíveis serão adotadas assim que a apuração for concluída, respeitando o devido processo legal.



							Universidade investiga suposto trote após cachorro comunitário ser pintado com tinta em SC


O episódio também mobilizou as entidades estudantis da universidade. A atlética do curso de Psicologia emitiu um comunicado repudiando a ação e negando qualquer participação no evento, afirmando que trabalha para identificar os autores. Da mesma forma, a atlética dos cursos de Comunicação classificou a situação como inaceitável e declarou que tais práticas não representam os valores defendidos pela comunidade acadêmica, somando-se ao coro por responsabilização.

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