A Acil (Associação Comercial e Industrial de Londrina) teme que outros comércios na Avenida Rio Branco encerrem as atividades por conta das obras da trincheira. A associação diz entende que faltou planejamento e por isso, empresas estão fechando as portas.
Primeiro foi a oficina de serviços automotivos, depois, a papelaria e por último, uma loja de frutas e legumes. Os demais comércios lutam para sobreviver; uma revenda de carros enfrenta problemas com a sujeira da poeira e a dificuldade de acesso dos cliente.
Já a peixaria instalada há anos no local, registrou queda nas vendas durante a quaresma, período de maior movimento. O prejuízo só não foi maior, porque o estabelecimento liberou uma entrada, que antes era utilizada para carga e descarga, aos clientes.
Para a Acil, a reversão das perdas levará tempo, pois muitos funcionários podem ser demitidos, diminuindo a empregabilidadre no município. A entidade acredita que a obra é importante, mas faltou planejamento.
"Nós pedimos para o poder público que libere, junto à construtora, as marginais para que os lojistas recuperem o faturamento", diz Angelo Pamplona, presidente da Acil. No último mês, os vereadores aprovaram indicação de um decreto lei para isenção de impostos para comerciantes prejudicados pelas obras.