Cidade

Ainda sem início, obra de Terminal Metropolitano gera queixas

21 mai 2026 às 21:16

Os usuários do transporte coletivo que dependem das linhas intermunicipais em Londrina aguardam com expectativa a construção do novo Terminal Metropolitano. No entanto, quem passa pelo canteiro de obras na Avenida Leste-Oeste aponta a falta de movimentação operária no terreno, o que gera fortes cobranças por maior agilidade no projeto.


Atualmente, o embarque e o desembarque dos passageiros são realizados em pontos convencionais instalados nas calçadas de ambos os lados da avenida. A falta de uma estrutura fechada e adequada traz queixas frequentes, sendo a falta de segurança o principal problema apontado pela comunidade. Usuários relatam que o período noturno gera uma forte sensação de vulnerabilidade, afetando especialmente as mulheres que aguardam o transporte sozinhas.


Histórico e estágio da obra


O andamento dos trabalhos no espaço compreende as seguintes etapas:


  • 2024: O terreno foi adquirido oficialmente pelo Governo do Estado do Paraná.

  • Fevereiro de 2026: Houve o início formal dos trabalhos no lote.

  • Estágio atual: Até o momento, as ações no local limitaram-se à limpeza da área e à instalação de tapumes de isolamento.


O contrato prevê a entrega do complexo em um período inferior a dois anos. De acordo com o Governo do Estado, a construtora responsável pela obra está na fase de conclusão dos projetos complementares de engenharia, com previsão de iniciar a edificação das estruturas principais até o final do próximo mês de junho.


Impacto regional e infraestrutura


Quando concluído, o Terminal Metropolitano contará com uma infraestrutura moderna, que englobará plataformas cobertas de embarque e desembarque, áreas comerciais e espaços de convivência e lazer.

O complexo foi dimensionado para absorver um fluxo estimado de mais de 50 mil passageiros por dia. A estrutura centralizará o atendimento de moradores de Londrina e de trabalhadores ou estudantes vindos de municípios integrados da Região Metropolitana, como Cambé, Ibiporã e Rolândia, garantindo mais conforto e proteção aos usuários.

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