Os manifestantes queimaram pneus e colchões velhos para bloquear a rodovia em ambos os sentidos. Caminhões, carros e ônibus do transporte coletivo intermunicipal ficaram parados na localidade.
De acordo com Rafael Leite, gerente industrial da Sanepar, a crise hídrica acontece por conta de vazamentos e que a companhia trabalha para identificar e consertar os vazamentos e seguir abastecendo a população, com uma força-tarefa com vários funcionários.
Segundo Leite, existe uma obra em execução que deverá ficar pronta em setembro, com um novo poço que deve dobrar a capacidade de armazenamento do distrito, resolvendo definitivamente o problema.