Os dias estão contados. O aterro sanitário de Cascavel tem, no máximo, mais cinco anos de vida, segundo a secretaria de meio ambiente. Poderia ser mais se não houvesse tanto descaso.
Todos os dias chegam por aqui cerca de 300 toneladas de lixo. Quase um terço é material reciclável. Elmo é o engenheiro químico encarregado pelo aterro. Ele conta que o desperdício diminuiu, mas ainda ha muito a melhorar.
Enquanto a cultura não muda, quem vai ter de mudar é o aterro. A secretaria já estuda comprar novas áreas para ampliar a capacidade. Um problema social que não dá pra empurrar pra debaixo do tapete.