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Câmara de Londrina debate implantação de novo modelo de coleta seletiva

06 jun 2024 às 11:23
Por: Assessoria de Imprensa

Na última quarta-feira (05), Dia Mundial do Meio Ambiente, a Câmara Municipal de Londrina debateu os rumos da coleta seletiva de recicláveis na cidade. O evento, coordenado pela Comissão de Seguridade Social em conjunto com a Comissão de Política Urbana e Meio Ambiente, contou com a presença de vereadores, representantes de cooperativas, autoridades municipais e pesquisadores.


O objetivo foi reunir representantes de diversas secretarias para saber como o município está colocando em prática os encaminhamentos feitos por um grupo de trabalho que envolveu Ministério Público, Poder Executivo e recicladores, em que foi sugerido um novo formato de contrato entre as cooperativas e a CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização). Atualmente, sete cooperativas atuam em Londrina.


“É fundamental que a Prefeitura restabeleça o mais rápido possível a normalidade da coleta, vistos todos os apelos da comunidade, devido às incolumidades que vivemos nos últimos tempos, e que têm gerado grande descontentamento à população, às cooperativas e aos catadores. As cooperativas têm seus quatro pilares: segregação dos resíduos, inclusão dos catadores, financiamento público das cooperativas e participação dos órgãos públicos, universidades e sociedade civil neste debate para aprimoramento da coleta seletiva. O que queremos é que este sistema se restabeleça”, afirmou a vereadora Lenir de Assis (PT), presidente da Comissão de Seguridade Social da Câmara de Londrina.


O presidente da Comissão de Política Urbana e Meio Ambiente, vereador Eduardo Tominaga (PP), que também é líder do Executivo na Câmara, explicou que a CMTU está elaborando uma planilha de custos que foi solicitada pelo Ministério Público. “Existe realmente essa análise que está sendo feita e a gente espera que o mais rápido possível a gente consiga ter um novo formato de contrato e que traga, sim, um equilíbrio maior e principalmente que o reciclável que a população separa seja destinado de uma forma adequada”, afirmou.


Marco Antônio Ferreira, pesquisador do tema e docente do Curso de Engenharia de Produção da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), afirmou que a coleta seletiva de Londrina é referência nacional por conta do contrato existente entre a CMTU e cooperativas, que estabelece remuneração mensal pelo serviço de coleta em domicílio. Segundo ele, seria um retrocesso se essa contratação fosse encerrada. 

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Recicladores presentes à reunião pública também avaliaram como positivo o novo formato de contratação por fortalecer as cooperativas e seus cooperados. Edson Niares Fraga, empresário de reciclagem, Marcelo Lopes, vice-presidente da Cooperativa de Sucata de Londrina, ambos informais, defenderam que o novo modelo amplie o número de cooperativas contratadas. 


Outro ponto abortado pelos participantes foi epidemia de dengue e a importância de se monitorar as cooperativas de reciclagem e outros pontos de armazenamento destes materiais, por terem potencial de acumular água e servir de criadouro para o mosquito transmissor da doença. Neste ano, Londrina já registrou 28.911 casos positivos de dengue. “Chegamos no limite e a perspectiva é que haja diminuição dos casos [a partir de agora], mas não podemos nos acomodar. Há municípios em que, mesmo com o frio, como Curitiba, há casos de dengue. […] Por isso, a importância de monitorar e vistoriar essas cooperativas e aplicando inseticida”, disse Nino Medeiros Ribas, coordenador de Controle de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde.


Também participaram da reunião Mariza Cleonice Pissinatti, geógrafa da Secretaria Municipal do Ambiente, e Márcio Adriano Porfirio da Silva, gerente da Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde. 

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