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Caso das primas desaparecidas completa mais de 100 dias

06 ago 2026 às 19:24

Mais de 100 dias após o desaparecimento das primas Estela Dalva Melegari Almeida, de 18 anos, e Letícia Garcia Mendes, de 19 anos, a Polícia Civil do Paraná continua investigando o caso, que segue sem respostas.


As jovens desapareceram no dia 20 de abril, após saírem de Cianorte para participar de uma festa em Paranavaí. Segundo as investigações, elas estiveram em uma casa noturna e, posteriormente, entraram na caminhonete de Cleiton Antônio da Silva Cruz, conhecido como "Dog Dog", apontado como o principal suspeito do caso.


Imagens obtidas durante a investigação mostram o momento em que as duas entram no veículo do suspeito. Conforme a Polícia Civil, também houve uma discussão na casa noturna, considerada uma das linhas investigativas para entender o que pode ter acontecido antes do desaparecimento.

Desde então, Estela e Letícia não foram mais vistas.


O principal suspeito permanece foragido, e a Polícia Civil segue realizando diligências para localizá-lo e esclarecer o caso.


Ao longo da investigação, equipes realizaram diversas buscas em áreas rurais da região de Cianorte e Paranavaí, mas, até o momento, nenhum vestígio das jovens foi encontrado.


Os investigadores também analisam elementos como quebras de sigilo telefônico, dados de antenas de telefonia e outras provas técnicas para reconstruir os últimos deslocamentos das vítimas e do suspeito.


Mesmo após mais de três meses do desaparecimento, o inquérito ainda não foi concluído. A Polícia Civil continua recebendo denúncias anônimas e reforça o pedido para que qualquer informação que possa contribuir com as investigações seja repassada às autoridades.


O caso é considerado um dos mais complexos e de maior repercussão no Paraná neste ano e segue mobilizando as forças de segurança em busca de respostas sobre o paradeiro das duas jovens.

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