Os cemitérios de Cascavel continuam sendo alvo frequente de furtos e atos de vandalismo, causando prejuízos materiais e indignação entre familiares e moradores próximos. Não se trata de casos isolados. Em diferentes pontos, túmulos são encontrados sem lápides, evidenciando que o problema persiste.
O crime vai além do dano ao patrimônio das famílias. Para muitos, representa também um desrespeito à memória de quem já morreu. O principal alvo dos criminosos é o bronze utilizado na confecção das lápides, material que possui alto valor no mercado ilegal. No ano passado, inclusive, prisões chegaram a ser realizadas, mas a prática segue ocorrendo.
Moradores que vivem nas proximidades dos cemitérios relatam movimentações suspeitas, inclusive durante o dia, e denunciam ainda furtos em veículos de visitantes que vão prestar homenagens a parentes e amigos.
De acordo com a administração dos cemitérios de Cascavel, além das lápides, também têm sido registrados furtos de fiação elétrica, o que compromete a estrutura dos locais e aumenta os custos de manutenção.
Para tentar reduzir os crimes, a Acesc informou que vem atuando em conjunto com a Guarda Civil Patrimonial, reforçando o monitoramento e a vigilância dos espaços. Mesmo assim, a população cobra medidas mais efetivas para garantir segurança e preservar o respeito nos cemitérios do município.