A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) abriu a licitação nº 1241 para ampliar e modernizar o sistema de fiscalização eletrônica em Londrina. O contrato prevê instalação, operação e manutenção de novos radares inteligentes em dezenas de pontos estratégicos da cidade pelos próximos cinco anos.
As empresas interessadas poderão enviar propostas até o dia 08 de junho de 2026, às 8h30. A abertura oficial do pregão eletrônico está marcada para 08 de junho de 2026, às 9h.
O investimento máximo previsto no edital é de R$ 49,2 milhões, contemplando radares fixos e radares mistos com capacidade de monitorar excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho, parada sobre faixa de pedestres, circulação em faixa exclusiva e conversões proibidas.
Os novos equipamentos terão tecnologia OCR, sistema capaz de identificar placas automaticamente e transmitir informações em tempo real para uma central de monitoramento. Segundo a CMTU, o projeto faz parte da proposta de Cidade Inteligente (Smart City) em desenvolvimento em Londrina.
A licitação prevê a instalação de equipamentos em avenidas de grande movimento, como Dez de Dezembro, Saul Elkind, Arthur Thomas, Tiradentes, Winston Churchill, Duque de Caxias e Higienópolis, além de rodovias urbanas e cruzamentos considerados críticos.
O edital também prevê a criação de uma central de processamento responsável pela análise automatizada das infrações e monitoramento remoto do trânsito. O sistema permitirá fiscalização automática e geração de dados estatísticos sobre fluxo de veículos e comportamento dos motoristas.
Ao todo, serão:
- 86 faixas monitoradas por radares fixos
- 75 faixas monitoradas por radares mistos
- contrato válido por 60 meses
Entre as infrações fiscalizadas estão:
- excesso de velocidade
- avanço de sinal vermelho
- parada sobre faixa de pedestres
- conversão proibida
- circulação irregular em faixa exclusiva
- mudança irregular de faixa
O pregão será realizado de forma eletrônica pela plataforma da Bolsa de Licitações e Leilões (BLL). Empresas interessadas deverão comprovar capacidade técnica para implantação e operação do sistema.