O Paraná decretou na última terça-feira (25), estado de emergência zoosanitária por causa da influenza aviária. A medida é válida por 180 dias e objetivo é proteger a produção comercial de carne de frango.
Até agora sete casos da doença foram dectados no estado, todos, em aves silvestres e migratórias. O cenário demonstra que os cuidados sanitários nas propriedades e nas indústrias tem sido eficazes.
Quando o assunto é avicultura, o Paraná é destaque absoluto, estado líder na produção nacional.
São mais de dois bilhões de frangos abatidos por ano, capacidade que só é alcançada por força das cooperativas e de empresas que não poupam investimentos em parques industriais com foco na excelência. São plantas modernas, protofcolos eficientes, estruturas que geram milhares de empregos.
Entre os leigos, o decreto de emergência pode causar espanto. Mas a medida visa principalmente a prevenção: evitar que a doença que foi identificada em animais silvestres invada a produção comercial e comprometa o mercado. O documento é também uma estatégia para minimizar a burocracia.
Até agora, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso do Sul e Tocantins adotaram o decreto. O Paraná considera a situação sob controle no estado.