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Falta de leitos: em visita ao HU vereadores sugerem construção de novo espaço para atender a demanda

01 jun 2022 às 14:00

Vereadores de Cascavel estiveram no Hospital Universitário do Oeste do Paraná na manhã desta quarta-feira (01). O objetivo da visita? Conhecer a realidade do hospital, que está superlotado há semanas e debater possíveis soluções para o problema da falta de leitos, uma delas seria a ampliação da oferta de vagas com uma nova estrutura.

O Diretor Geral do HUOP, Rafael Muniz, ressaltou que o momento é delicado, já que mesmo sem vagas, a Unidade é referência para toda a região e continua recebendo demandas de urgência e emergência.

 "A gente continua com essa superlotação, o pronto socorro está com mais de 60 pacientes, a sala de emergência continua lotada. Esses pacientes estão clicados para ver se encontram leitos de UTI em outros hospitais. Uma ampliação é uma briga importante, porque a gente percebe que nós fomos de 14 leitos de Terapia Intensiva para 40 leitos, e mesmo assim permanecem pacientes em ventilação mecânica nas salas de emergência, nas UPAs e em Hospitais de pequeno porte da região. Então é uma carência de leitos, não só de UTI mas também de enfermaria", explica o Diretor Geral do HUOP, Rafael Muniz.

Diante da limitação de espaço físico para a ampliação de leitos no Hospital Universitário, durante o encontro os parlamentares sugeriram a necessidade da construção de um novo espaço. A ideia inicial é a construção de um novo hospital, ou até mesmo um anexo ao próprio HUOP. 

"O que o diretor do HU nos respondeu agora pela manhã, é que aqui já não tem mais espaço físico. Nas UPAs nós temos em torno de cem pessoas aguardando para vir ao Hospital HU. Nós não podemos mais ficar adormecidos vendo esse filme passar, pessoas morrendo porque não tem leitos. Então nós temos que avançar com urgência para que os governos, federal, estadual e municipal possam fazer com que esse espaço físico seja ampliado, para termos aí um pouco mais de 15 leitos", explicou o Presidente da Câmara de Vereadores, Alécio Espínola.

Enquanto isso, nas Unidades de Pronto Atendimento, o número de pacientes assusta. É vai e vem de ambulâncias, fila de horas por atendimentos... Os casos mais graves ficam por dias nas UPAs, por falta de vagas nos hospitais da região. Tem gente há mais de um mês internada em Unidades de Pronto Atendimento.

Confira mais detalhes na reportagem de Fernanda Toigo, exibida no Jornal Tarobá 1ª Edição.

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