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Gaeco prende ex-comandante da PM denunciado por cobrar propina

O major chegou a ser preso no início das investigações, passou a cumprir prisão domiciliar
24 set 2025 às 12:01
Por: Assessoria de Imprensa

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio dos Núcleo Regionais de Umuarama e de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu, na manhã desta terça-feira, 23 de setembro, em Maringá, um mandado de prisão preventiva e medidas constritivas patrimoniais (bloqueio de contas, veículos e imóveis) no valor de R$ 344.333,00 contra um major da Polícia Militar. As medidas foram cumpridas no âmbito da Operação Transparência, um desdobramento da Operação Zero Um.


As investigações apontam que o agente público valeu-se da posição de comandante da 3ª Companhia Independente da Polícia Militar de Loanda para exigir e obter vantagens indevidas (propinas). O major chegou a ser preso no início das investigações, passou a cumprir prisão domiciliar, mas foi novamente preso preventivamente. Ele já foi denunciado pelo MPPR pelo crime de cobrança de propina.


Esquema – As apurações sobre os atos ilícitos tiveram início em setembro de 2024, após o Gaeco de Maringá receber notícia relacionada à possível prática de vários crimes militares envolvendo um oficial superior da Polícia Militar do Paraná e soldados da corporação. Com o avanço das investigações, foram obtidas evidências de que o comandante realizava, de forma sistêmica, a cobrança e o recebimento de propinas.


Na denúncia, oferecida no dia 10 de setembro e recebida pelo Juízo no último dia 15, o Gaeco aponta a ocorrência de dez fatos relacionados à cobrança de valores feitas a representantes de pessoas jurídicas que mantinham contratos de prestação de serviços com a Companhia. Algumas das exigências de vantagens ilícitas ocorreram por ocasião da realização do 3º Torneio de Pesca da Companhia, sendo uma das práticas empregadas a exigência de que a empresa fornecedora das camisetas do evento repassasse um percentual dos valores arrecadados para a conta bancária do major, sob o pretexto de benfeitorias nas instalações da corporação. Em outras ocasiões, também foi comprovada a exigência de propina em troca do fechamento de contratos de prestação de serviços para a corporação.

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