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Gás de cozinha sobe 12% em Londrina e botijão chega a custar R$ 140,00

Terceiro aumento de 2026 reflete leilões da Petrobras e custos logísticos; Sinegás afirma que repasse integral foi inevitável para as revendedoras.
09 abr 2026 às 14:44
Por: Portal Tarobá

O preço do gás de cozinha sofreu um novo reajuste em Londrina e passou a ser comercializado entre R$ 120 e R$ 140. A alta de 12%, divulgada pela Associação Brasileira de Entidades de Classe dos Revendedores de GLP (Abragás), é o terceiro aumento registrado desde o início de 2026. O reajuste impacta diretamente o setor de serviços e o orçamento doméstico dos consumidores.


A representante do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás no Paraná (Sinegás), Cleide Zanatta, explica que o setor enfrentou altas menores em janeiro e no início de março, mas o último aumento foi o primeiro a ser integralmente repassado. "Tive agora no finalzinho de março novamente, mais um, no dia 31, que foi aí de 12%, que esse veio realmente prejudicando muito", afirma a representante. Segundo as companhias distribuidoras, a variação decorre de resultados de leilões da Petrobras e do aumento nos custos de logística e combustíveis.


No setor gastronômico, o impacto financeiro obriga empresários a reverem margens de lucro. Em um restaurante que serve cerca de 120 refeições diárias, a troca de botijões ocorre a cada três dias com o uso de duas unidades simultâneas. A chef de cozinha Beatriz Anselmo calcula que o custo adicional chega a R$ 60 por semana. "Dois a três pratos, que era para ser ganho e acaba sendo prejuízo", relata a profissional sobre o volume de vendas necessário apenas para cobrir a diferença no preço do insumo.


Os revendedores afirmam que o acúmulo de custos operacionais dificulta a absorção dos reajustes sem o repasse ao cliente final. Cleide Zanatta destaca que a categoria sofre com a percepção negativa do público diante das constantes variações. "Nós que sofremos, porque a população não entende que não somos nós os vilões da história", diz a sindicalista. A fiscalização dos preços médios segue sendo monitorada pelos órgãos de defesa do consumidor na região.

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