A justiça marcou para 22 de junho o julgamento de Saulo Tarso dos Santos Júnior, acusado de tentar matar a ex-companheira e atirar contra PMs (Policiais Militares) em fevereiro de 2022. A defesa do réu afirmou que fará pedido de prisão domiciliar em caso de condenação.
Santos Júnior está preso desde 18 de fevereiro do ano passado, dia do crime. Conforme a denúncia, o acusado foi até a casa onde estava a ex-mulher, na Rua Angelita Graciele Rodrigues da Silva, com o pretexto de que entregaria presentes para o filho, que à época tinha 5 meses. No local, ele pegou uma arma e atirou com o então companheiro da ex-mulher, que não ficou ferido porque se escondeu dentro da residência.
Depois disso, o réu atirou quatro vezes contra a ex-mulher e a espancou. A vítima recebeu um tiro no braço, nas costas e um de raspão na cintura. O homem também atirou contra policiais.
A defesa do homem conta que, por não ter nenhum PM ferido, quer retirar a qualificadora que agrava a pena por participação em confronto contra a equipe policial.
Além disso, os advogados de Santos Júnior não emitiram recurso contra a decisão de júri popular e explicam que pedirão a conversão da pena para o regime domiciliar, já que o acusado foi baleado em confronto e precisa, segundo a defesa, de tratamento que é impossibilitado na PEL I (Penitenciária Estadual de Londrina), onde está detido atualmente.