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Londrinense cria papel sustentável para salões e expande tecnologia para 14 países

07 mar 2025 às 15:50

Um ex-segurança de Londrina transformou um problema dos salões de cabeleireiro em um negócio de sucesso. Após ouvir de um profissional que o material utilizado para fazer mechas nos cabelos das clientes era o papel alumínio e que isso na verdade era contra indicado pelo próprio pó descolorante, ele enxergou uma oportunidade de negócio.

 

Ao perceber a falha no mercados, Lucas Olivetti decidiu desenvolver um material para uso profissional, que não fosse prejudicial para os cabelos e ainda ajudava o meio ambiente. “Meu padrasto tinha uma gráfica em Londrina e a gente começou então procurar um produto que poderia substituir o alumínio nos salões de beleza. Foi quando a gente conseguiu desenvolver um plástico com um tratamento exclusivo e que se tronou compatível com a química e que potencializou o resultado”, explicou o empresário.

   

A invenção já está disponível me 14 países e evitou que mais de três mil toneladas de alumínio fossem parar na natureza.

 

O papel possui as tecnologias Air Flow aliada a Grip System, que desempenham um papel primordial para aprimorar o processo de descoloração capilar.

 

Cabelereira há 20 anos, Andressa Marangão conta que já testou vários métodos de coloração, até conhecer o papel para mechas desenvolvido por Lucas. “Gostei muito do papel. Além dele ser sustentável, por ser reciclável, ele ajuda na descoloração. O alumínio acaba esquentando muito, já o papel tem um clareamento mais lento e não danifica”, disse a profissional.

 

O papel possui as tecnologias Air Flow aliada a Grip System, que desempenham um papel primordial para aprimorar o processo de descoloração capilar. “A gente conseguiu desenvolver uma cola vegetal através do amido da mandioca. Essa cola é 100% vegetal e faz com que os produtos se agrupem. A gente conseguiu fazer um produto livre de metal. E a tinta que a gente utiliza é uma tinta 100% atóxica”, completou Lucas Olivetti.

 

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